sábado, 8 de setembro de 2018

DECISÕES!



Deus não pode ser travado pela economia ou por algum tipo de crise. Mas é nos tempos de crise que a Igreja tem oportunidade de brilhar. Como filhos de Deus temos em nós o poder de reverter o “nosso mundo” e sermos as mãos e os pés de Cristo nestes tempos em que estamos vivendo!
Eis algumas decisões que precisamos de tomar para pudermos “brilhar”:
- Em lugar de odiar, decide amar.
- Em lugar de criticar, decide animar.
- Em lugar de te renderes, decide perseverar.
- Em lugar de desvalorizares, decide valorizar.
- Em lugar de responderes à ofensa, decide perdoar.
- Em lugar de não fazeres nada, decide fazer algo.
- Em lugar de derrubares, decide construir.
- Em lugar de estancares, decide ser frutífero.
- Em lugar de ser parte do problema, decide ser parte da solução.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

JESUS E A MULHER SAMARITANA


Quem era esta mulher? Era uma pessoa discriminada, simplesmente porque era mulher! (“E nisto vieram os Seus discípulos, e maravilharam-se de que estivesse falando com uma mulher; todavia nenhum lhe disse: Que perguntas? Ou porque falas com ela?” (vs.27); Uma pessoa rejeitada pelos judeus por ser samaritana (“…porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos.” (vs.9); Uma pessoa rejeitada por ter uma vida moral duvidosa (“Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.” (vs.18); Uma pessoa que vivia escondida da sociedade. Foi buscar água ao meio-dia para não se encontrar com ninguém (hora sexta vs.6,7). O normal era as pessoas irem buscar água de manhã cedo por causa do calor.
1.     Jesus foi até onde ela estava. Não é pelo esforço humano que se encontra Deus. Foi Ele que veio até nós!
2.     Jesus deu-Se a conhecer. Ela primeiro pergunta se Ele era maior que Jacó. “És Tu maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado?” (vs.12). Mas Ele responde e diz-lhe: “Qualquer que beber desta água tornará a ter sede, mas aquele que beber da água que Eu lhe der nunca terá sede, porque a água que Eu lhe der se fará nele uma fonte d’água que salte para a vida eterna.” (vs.13,14). Era como se Ele estivesse a dizer à mulher: “Jacó deu um poço natural (religião) mas Eu tenho uma fonte espiritual, viva e eterna! Quem tiver esta fonte dentro de si, não precisa de depender de poços exteriores para ter alegria, esperança!
3.     A mulher samaritana “vivia do passado “…Jacó nos deu o poço…” (vs.13). Ela estava presa ao passado. A água do poço representa a experiência que Jacó teve com Deus, mas não servia nem era satisfatória para ela.
4.     A proposta de JesusMas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (vs.21). O tempo para ter uma experiência com Deus é o presente. Não podemos ficar dependentes dos outros, da experiência dos outros, mas ter a nossa própria experiência! O nosso apelo deve ser: “Senhor dá-me dessa água, para que não mais tenha sede…” (vs.15)

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

TENS PROCURADO?


É difícil imaginar circunstâncias mais humildes do que aquelas que rodearam o nascimento de Jesus. Max Lucado, desenha-nos esta imagem: “O estábulo cheira mal, o chão é duro. Teias de aranha cobrem o tecto e um rato, corre pelo chão, Maria olha para a face do seu filho. O Seu Senhor. Sua Majestade. Neste momento, o ser humano que melhor compreende quem é Deus, e o que Ele está a fazer, é uma adolescente num estábulo mal cheiroso. Ela lembra-se das palavras do anjo "O Seu reino será eterno". Majestade no meio da Terra.
Santidade na imundície do estrume e do suor. A Divindade entrando no mundo no chão de um estábulo.
Este bebé já dominou o Universo. Os Seus mantos de eternidade foram trocados pelos trapos que O mantêm quente. O Seu trono dourado foi trocado por um curral de ovelhas. Anjos adoradores substituídos por pastores. Entretanto, a cidade adormecida não tem consciência que Deus visitou o seu planeta. O dono da hospedaria nunca acreditaria que tinha acabado mandar Deus para o frio. E as pessoas zombariam de qualquer pessoa que lhes dissesse que O Messias descansava nos braços de uma adolescente na periferia da sua cidade.
Todos estavam demasiado ocupados para considerarem a possibilidade. Mas aqueles que perderam a chegada de Sua Majestade naquela noite, perderam-na não por de actos de malícia ou de maldade, mas perderam-na porque não estavam a olhar para Ele.”

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

"...TENHO SEDE..."


Todos nós, de uma forma ou de outra já experimentámos ter sede. Mas seja qual for o tipo de sede que já experimentámos, abrasadora, debilitante, etc., não pode ser comparada à sede da crucificação, que foi um longo processo de desidratação (João 19:28).
A começar no Getsémani, onde o Senhor Jesus suou a ponto de derramar gotas de sangue (Lucas 22:44), passando pela prisão e pelos julgamentos, primeiro diante de Anás e Caifás (João 18:13,24), depois perante Pilatos e Herodes (Lucas 23:1-8). Tudo isto com açoites, escárnio, zombaria e ainda a obrigação de carregar a cruz! Um sofrimento desta natureza esgotou com certeza todos os líquidos do Seu corpo. E há a acrescentar as horas que Ele ficou pendurado na cruz sem ter acesso a qualquer líquido!
Como é possível que o Criador dos rios e dos mares tivesse os lábios ressequidos?! Como é possível que o Omnipotente estivesse sedento? Como é possível que Aquele que acalmou o mar com as Suas palavras ansiasse por algumas gotas de refrigério?
Ele que se recusou a transformar pedras em pão quando estava faminto no deserto, agora na cruz, recusava-Se a criar água para matar a sede!
Ele já nos tinha ensinado como viver, agora, na cruz, ensina-nos como morrer!
As gotas que Ele ansiava tornaram-se rios de benção para nós!
A Sua sede não era apenas o desejo de beber água. Mas expressava o Seu anseio de tornar a ter comunhão com o Pai, após as horas terríveis de separação (“Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por Ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; Quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?” Salmo 42:1,2).
Ele teve sede para que fossemos salvos da sede eterna!
Um dos primeiros sinais de vida é a sede. Todos nós nascemos sedentos. Mas, assim como entramos neste mundo trazendo connosco a sede física, também trazemos a sede espiritual embutida na nossa alma.
Mas a questão não é se temos sede, pois todos temos, mas sim até quando teremos sede.
O último convite que aparece na Bíblia é este: “E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve diga: Vem. E quem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida.” Apocalipse 22:17