quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

DEUS CUIDA DE NÓS!

 Diante da mais grosseira falsidade Deus é a nossa boia de salvação. No mar de relacionamentos em que navegamos ficamos imensas vezes com a sensação que nos afogamos perante tanta matreirice. As águas comunicacionais até parecem sossegadinhas, mas quando menos esperamos eis que surgem remoinhos que nos sugam as forças e a alegria. Escasseiam as pessoas com bom fundo e “que sejam sinceras.” A mentira prolifera, a hipocrisia é moeda corrente e as falsas intenções uma constante. Só mesmo Deus para pôr termo a esta cultura de cera, que mascara a sociedade e, por arrasto, a Igreja, de alto a baixo. Enquanto “os que falam com arrogância”, fiados nos seus poderes oratórios, continuam a insistir nessa prática, a nós cabe-nos lembrar o que Deus prometeu: “Por causa da aflição dos humildes e dos gemidos dos pobres vou levantar-me e dar-lhes a ajuda que tanto desejam.” O desânimo pelas falhas nas interações humanas jamais deve roubar-nos o discernimento para recorrer Àquele que cumpre sempre tudo o que diz. Sim, Deus “cuidará de nós e nos defenderá” de gente sem escrúpulos. Por mais que essa malta ronde e uive à nossa volta, preparando-nos armadilhas a torto e a direito, Deus é permanentemente a nossa cerca!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

OBEDECER

Quando os cristãos resolvem obedecer ao seu Mestre, alumiando e salgando o mundo, as reações não tardam a aparecer. Ainda que fosse desejável, é claro que nem todas são favoráveis. Há que manter fresco na memória o eco de pecados perdoados, de vidas transformadas, de famílias restauradas, de vícios abandonados, de doenças curadas, de ânimos levantados, entre muitos outros milagres, mas ter igualmente presente a existência de oposição de monta. O bom aroma de Cristo espalhado pelos Seus seguidores suscita até hoje uma curiosidade enorme sobre a Sua Pessoa, chegando inclusive a penetrar as narinas da classe política. Aí, como em quaisquer outros corredores seculares, há quem acuse pesos enormíssimos na consciência, como consequência de grotescas opções passadas. Não se estranhe, portanto que aqueles que se movem nas trevas fiquem intrigados e atordoados com a intensidade da luz de Jesus. É natural que se aproximem e, das duas uma, tentem ofuscá-la ou ajustar-se a ela. Deixemos, pois, que Ele brilhe em nós e através de nós em todo o lugar. Quanto à escolha final daqueles com quem interagimos é da inteira responsabilidade de cada um. 

DÚVIDAS

     Todos somos assaltados por dúvidas. É comum tal acontecer, ainda para mais quando se começa a ver o mundo a andar para trás. Por muito que se tente negar ou contornar a existência de hesitações de ordem espiritual, a verdade é que em certos momentos, à semelhança de ilustres personagens do passado, também questionamos se Jesus é mesmo Aquele por Quem a nossa alma deve aguardar. A melhor coisa a fazer nessas circunstâncias é envidar todos os esforços para Lhe colocar essas reservas. Ao invés de acionar o piloto automático de uma fé cega e incapaz de raciocinar, há que investir no diálogo com Ele. Espere-se a Sua reação de coração aberto. Ficaremos boquiabertos com as Suas surpreendentes respostas. Enquanto nós desejaríamos ver soluções repentistas no plano político, militar e social, Ele faz questão de sublinhar que o Seu reino de amor já está em marcha. A maior necessidade que “os cegos, os coxos, os leprosos, os surdos, os mortos, os pobres” e os incrédulos têm é de ser amados. E aí todos somos abarcados e abraçados por Jesus. Fica à nossa escolha crer n’Ele, tendo bem fresco na memória aquilo que Ele mesmo disse: “Feliz daquele que não se escandalizar de Mim.”

FAMÍLIA

     Os laços de real intimidade não são ditados pelo parentesco, mas antes pela cumplicidade e afinidade de coração. Pode muito bem ter-se um alto grau de familiaridade sem existir qualquer vínculo de sangue. O Senhor Jesus demonstrou isso na Sua relação com aqueles que O seguiam. Amou-os a ponto de os considerar e tornar e Sua família. Sendo certo que jamais desprezou ou diminuiu o Seu núcleo familiar direto, deixou, no entanto, bem patente que Lhe são verdadeiramente próximos os “que ouvem a palavra de Deus e a praticam.” Ele não estende a passadeira a quem aponta para o brasão de forma a que a multidão se afaste. A Sua atenção vai inteirinha para os Seus amigos. E sublinhe-se que estes não são os que torcem o nariz à Sua mensagem ou assumem um papel religiosamente paternalista, mas os que se prontificam a obedecer-Lhe. Sim, quem conhece o amor que o Pai lhe tem não sabe fazer outra coisa que não seja amar pessoas, acabando por integrar o círculo chegado de Jesus Cristo. Que bom é fazer parte da Sua família e partilhar o Seu coração!