segunda-feira, 24 de junho de 2013

O PERIGO DA AMNÉSIA

Uma aranha lançou um único fio sobre a viga de um velho telhado e começou a tecer a sua teia. Passaram-se meses e a teia cresceu. O seu intrincado labirinto aprisionou moscas, mosquitos e outros insectos pequenos, proporcionando à aranha uma rica dieta. Com o passar do tempo, ela veio a tornar-se motivo de inveja para todas as outras aranhas. Então, um dia, a aranha observou um fio solitário que se estendia até às vigas. "Porque será que ele está ali? Esse fio não está a apanhar nenhum jantar para mim!" Concluindo que o fio era desnecessário, ela subiu o mais alto que podia e cortou-o. Naquele momento toda a teia começou a desmoronar-se, caindo no chã levando a aranha com ela.
Será que nós, como pessoas, podemos cometer o mesmo erro? Podemos obter tanto sucesso, tornando-nos tão convencidos, tão auto-suficientes, a ponto de nos esquecermos do fio mais forte que nos sustenta? Poderemos reagir diante da prosperidade não com gratidão, mas com arrogância? O que tem acontecido nos nossos dias faz-nos reflectir sobre isso. Um movimento para remover Deus da vida pública em vários países, tem-se tornado preocupante. Uma parte da nossa população observa o fio de fé, no qual o nosso país está pendurado, e pergunta. "Porque é que isso está aí?" Será que ao fazermos isso não estamos a esquecer a mão que nos sustenta?
Israel também sofreu desta mesma amnésia, por isso Moisés advertiu-os: "Tenham cuidado para que quando forem prósperos, não se esqueçam do Senhor vosso Deus...certamente sereis destruídos."

segunda-feira, 3 de junho de 2013

ANDAR POR CIMA DA TÁBUA

É fácil andar por cima de uma tábua quando ela está no chão, mas basta levantá-la um pouco e torna-se mais complicado. Imagina essa mesma tábua elevada a uns 30 metros do chão, sem rede de segurança por baixo; parece assustador não é? A Bíblia diz que "o medo produz tormenta." E quanto mais coisas estiverem em jogo pior é, e desenvolvemos um estado contínuo de "E se...". O medo consiste em viver no futuro antes de chegarmos lá. De entre os monstros escondidos debaixo da tábua temos dois: 1) O medo do fracasso. Aceitar que ao longo da nossa caminhada vamos por vezes fracassar, faz com que aprendemos com os erros que nos fizeram fracassar e não os iremos repetir. 2) O medo da imperfeição. Este tipo de medo torna tudo mais difícil, porque os perfecionistas vivem obcecados com a ideia de falhar. É impossível aprender sem cometer erros; por isso, aprende e continua com a vida. Deus diz na Sua Palavra para não temermos, porque Ele está connosco. Por isso pensa naquilo que Ele quer e deixa de te preocupar em agradar aos outros.
Quando olhamos para trás e vimos o que já ultrapassámos, vamos aperceber-nos de que o fracasso não causou danos permanentes. Concluímos que até é (foi) possível crescer através dele, fracasso. Por isso mantém-te firme. Com Deus consegues andar por cima de qualquer tábua. Quem sabe, até podemos vir a ter prazer no desafio!

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