quinta-feira, 30 de julho de 2009

ESTÁ A SER TESTADO?

Está a passar por um teste? Os testes demonstram o que aprendeu. Até que seja testado, na verdade não sabe o que sabe (e o que não sabe). Os testes são a oportunidade de provar a sua maturidade e o seu potencial.

Então, lembre-se: (a) Passará por testes em cada fase do seu crescimento; (b) O seu objectivo em cada caso dever ser passar no teste, caso contrário terá de passar por ele sucessivamente até ser aprovado; (c) O teste precede sempre a promoção. Na verdade, ele prepara-o para ela e comprova que está pronto para dar conta dela. Se se enganar, ou tentar copiar as respostas de alguém, temporariamente parecerá que teve êxito. Mas mais cedo ou mais tarde, as circunstâncias revelarão que na verdade é: alguém que não é capaz de sustentar aquilo que conquistou através da manipulação. (d) A auto-promoção nunca poderá substituir a promoção divina. Portanto, não se apresse a andar à frente de Deus; espere, permita que Ele abra a porta. (e) Um produto não pode ser usado com lucro e segurança até que seja completamente testado. Nem nós!

Deus não é um Pai de coração fechado que gosta de ver os Seus filhos a debaterem-se nos testes da vida. Se Ele nos visitasse pessoalmente, provavelmente diria: "Não gosto de fazer-te passar por isso, mas é a única maneira de ter a certeza que está pronto para o que há-de vir. Antes que Eu possa usá-lo com poder, preciso prová-lo completamente."

Em geral, os testes de Deus dizem respeito ao nosso carácter. E como todo o bom actor numa peça de teatro que não actua de acordo com o guião, o nosso trabalho é "permanecer na personagem!" Independentemente do que qualquer um faça, sigamos o guião de Deus para a nossa vida!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

DIETAS e CULINÁRIA

Uma zelosa mulher que estava para dar à luz comprou todo o enxoval e mercadorias necessárias ao cuidado do bébé. Nascendo a criança, primeiro foi-lhe ministrado o leite materno, durante vários meses. Já não bastando, porém, a produção da mãe, foi-lhe sendo pouco a pouco dado a beber soluções de leite em pó e água, bem como leite de fazenda. Mais um pouco de tempo, e papinhas preparadas com cereais leves passaram a ser acrescidas, enquanto a criança crescia e ficava forte. Com poucos anos de idade, o menino já comia refeições completas com tudo o que um adulto come: arroz, carne, vegetais, legumes, frutas, pão e até mesmo doces.

No meio cristão, porém, na maioria dos casos, um convertido come a mesma "comida" a vida inteira. Não há aquele progresso nítido de um tipo para outro de alimentação. É como um ser humano que ficasse a tomar leite a vida toda.

O progresso de uma pessoa está relacionado a fases bem nítidas de alimentação diferentes. A alimentação não cessa de mudar, seja em qualidade ou em quantidade, enquanto há crescimento. Apenas após cessar o crescimento do ser humano a alimentação estabiliza-se, tornando-se mais ou menos a mesma por anos.

Ocorre, porém, que a vida divina não pára de crescer. A vida humana cresce até cerca dos vinte anos e depois estanca; a vida divina não. Por isso é necessário que o cristão, na sua experiência com Deus, conheça fases de alimentação nitidamentes diferentes, isto é progressivas. Não é normal comer dieta de uma só consistência a vida toda. A Bíblia é uma despensa riquíssima com ingredientes para a alimentação de muitas idades. A nossa experiência depende do nosso preparo, da nossa habilidade culinária tão-somente. A despensa é sobremodo abundante; que Deus nos faça peritos na arte de cozinhar e comer a Sua rica Palavra.

terça-feira, 28 de julho de 2009

AMOR VERDADEIRO

Havia uma criança, filho de pais ricos. Desde que nascera, vivia regaladamente, tendo tudo o que queria, bastando chorar um pouco para que os criados lhe comprassem brinquedos e tudo quanto ordenava.

Chegando à idade de trabalhar, esse filho, já então crescido, recusou-se a fazê-lo; preferia ficar em casa e ser servido. Os pais, apiedando-se dele, assim permitiram. Resultado: O carácter do rapaz estragou-se. Quando chegou a adulto tornou-se uma pessoa presunçosa e preguiçosa; nunca quis trabalhar e sempre reclamou de tudo os que os pais faziam por ele.

Ora, muitas pessoas admiram-se de Deus permitir que os Seus filhos amados passem por dificuldades e fracassem muitas vezs no mundo. Seria isso sinal de fraqueza do amor de Deus? perguntam elas.

De certeza que não. Com certeza, a visão do Deus do universo não é tão mesquinha quanto somente fazer andar tudo bem com os que O amam. Um jurista famoso certa vez disse: "Se Deus ama um povo, não lhe facilita as coisas; torna-as mais difíceis." Os nossos sofrimentos não são sinal de falta do amor de Deus, mas sinal da grandeza do Seu amor. Deus nos ama de um modo que o mundo ainda não descobriu. Apenas se dá que amar-nos não é, para Ele, o mesmo que estragar-nos. As dificuldades não são o momento em que o amor de Deus se retirou, mas o momento quando Ele superabundou para nós. Não nos esqueçamos daquele que diz: "Porque o Senhor corrige ao que ama..." (Hebreus 12:6).

segunda-feira, 27 de julho de 2009

DESERTO (parte 1)

No capítulo 4, versículos 1 e 2, de Mateus vimos que era da vontade Deus que Cristo, agora plenamente consciente da Sua filiação única, bem como do Seu chamamento para ser o Servo ideal de Deus, fosse tentado a ser desobediente às implicações dessa vocação e, vencendo essa tentação, estivesse capacitado a entrar num ministério que teria como climax a Sua obediência até à morte na cruz.

Deus muitas vezes também nos conduz ao deserto. Ele pode ser uma reprovação na escola; o fim de um noivado; uma falência irreversível; diagnóstico médico que nos desengana ou de qualquer outra frustração a que como mortais estamos sujeitos.

Alguns homens de Deus tiveram de ir ao deserto: Moisés ficou lá 40 anos (Actos 7:23,29,30). Paulo também sentiu o seu calor e a sua solidão (Gálatas 1:17).

Efectivamente como filhos de Deus, embora, a princípio, não consigamos entender totalmente a vontade do Pai, somos abençoados quando somos conduzidos pelo Senhor para o deserto pessoal. Podemos reflectir em pelo menos três consequências disso na nossa vida:

1. NO DESERTO ENCONTRAMO-NOS A NÓS MESMOS

O que sou é difícl de dizer, até não saber onde estou. São nas situações desérticas da existência que os problemas, as crises, as provações se instalam e lugares, estados ou condições que nos levam a nos sentirmos sós, indefesos, abandonados. Daí é que podemos ter uma verdadeira consciência da nossa identidade. É no deserto que podemos nos conhecer profundamente. Não há para quem olhar no deserto, nós mesmos é que somos objecto da nossa análise. Assim , podemos nos conhecer mais.

Nessa condição de auto-conhecimento, reflectimos sobre os motivos que nos tem trazido até ali. Porque estamos no deserto? Pela nossa insensatez? Pela nossa desobediência? Porque Deus nos quer aperfeiçoar? Porque é que o Espírito Santo quer ter mais comunhão connosco? Porque Deus apaixonado por nós quer que digamos Ele o quanto o amamos? O certo é que, quando nos quebrantamos, Deus nos revela o porquê do deserto. Daí, podemos escolher as metas correctas para a nossa vida.

Nós nos redescobrimos no deserto. A existência passa a ser percebida como um verdadeiro sentido de ser. É nessa situação que podemos estabelecer um propósito para a vida. No deserto, Cristo teve a consciência de ser Ele o Filho de Deus. Isso implicava em assumir o motivo da Sua encarnação, o Seu único propósito: A salvação de milhões de seres humanos, na cruz. Nas situações desérticas nós também passamos a priorizar as nossas metas, tendo a convicção profunda de vivermos para a glória de Deus (Romanos 11:36).

(cont.)

DESERTO (parte 2)

2. NO DESERTO ADQUIRIMOS CAPACIDADE ESPIRITUAL

No deserto pessoal, capacitamo-nos para resolver problemas mais ou menos semelhantes aos que satanás apresentou ao Senhor Jesus.

As tentações querem fazer com que usemos a nossa vida para os nossos próprios propósitos. Quando somos tentados, somos a forçados a nos comprometermos unicamente com as nossas metas. Além disso, as situações tentadoras da vida querem até mesmo nos impedir de examinar e reavaliar os nossos propósitos.

Esta é a tónica deste mundo materialista em que vivemos. O "curso deste mundo" quer nos fazer pensar de modo exagerado somente na nossa posição, na nossa comida, na nossa roupa, nos nossos bens, no nosso próprio egoísmo. Mas, é no deserto que recebemos a virtude do Espírito Santo para percebermos que somente seremos realizados de facto se tivermos os mesmos propósitos do Senhor Jesus: Servir a vontade de Deus e ao Seu reino!

Quando estamos no deserto, Deus revela-nos que as tentações são um exercício necessário para a maturidade emocional e espiritual. Somente tem uma vida de vitória quem tem a esperança em Deus. Para quem entende o significado espiritual dos desertos a que estamos sujeitos a esperança jamais se extingue. Por isso mesmo tal pessoa jamais estará totalmente livre dos desertos. Eles fazem parte do processo de conquista da esperança (Romanos 5:3-5).

3. NO DESERTO NOS FIRMAMOS NA CHAMADA de DEUS

Quando estamos no deserto a força das circunstâncias leva-nos a renovarmos a nossa vida. Assim, o deserto que a princípio seria uma lugar de exaustão e queda, passa a ser um ambiente onde o verdadeiro sentido da vida é valorizado. Dessa forma, reconhecemos a nossa identidade como filhos de Deus. Com dois ataques, satanás quis criar uma crise de consciência no Senhor Jesus a partir da conjunção "se", a motivadora de tantas dúvidas: "Se tu és o Filho de Deus..."; "Se Tu és Filho de Deus...". Como o Senhor Jesus, devemos ter bem nítido a verdade de que somos filhos de Deus, em quem o Pai tem muito prazer. O Espírito que impeliu o Salvador no deserto é o mesmo que "...testifica com o nosso espírito que nós somos filhos de Deus." (Romanos 8:16).

O resultado desse testemunho do Consolador é que a consciência profunda de sermos filhos leva-nos a render o nosso ser à vocação que o Senhor nos tem dado. No deserto pessoal, a convicção do motivo da nossa chamada para o Reino de Deus se torna vivo no nosso coração. Daí, louvamos a Deus sabendo que as crises nos dirigem a firmarmos a chamada de Deus para a nossa vida (Romanos 8:28).

Quando assim fazemos, derrotamos satanás como o Senhor Jesus o fez, isto é, usando a Palavra da Verdade. No deserto pessoal aprendemos a silenciar satanás com a Espada do Espírito. Esta é a forma de nós, seguidores de Cristo, afugentarmos o enganador: "Está escrito!". É a nossa segurança!

"E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e a palavra do seu testemunho." (Apocalipse 12:11)
(fim)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

MARAVILHOSO

O nascimento do Senhor Jesus veio alterar profundamente toda a História do mundo. O profeta Isaías (Isaías 9:6) disse que Ele seria Maravilhoso, e não apenas Maravilhoso, porque outros títulos ornamentariam a Sua coroa de Rei. Os Seus nomes ou títulos representam a excelência da Sua obra entre os homens.

MARAVILHOSO NO NASCIMENTO

- Ele foi Maravilhoso no Seu nascimento. A encarnação - Deus feito Homem - é para nós uma maravilha! Jamais conseguiremos entender esta mensagem da encarnação, porque ela nos ultrapassa. É uma mistério, mas é UM FACTO!

- Maravilhoso foi o aparecimento dos anjos, cantando louvores e trazendo uma mensagem para os homens.

- Maravilhoso até na humildade do seu braço. Muitos homens nascem ou tornam-se grandes pela opulência. Mas o Senhor Jesus é grande, não pela opulência, não pela riqueza, não pelo luxo, mas sim pela humildade!

MARAVILHOSO NA VIDA

- A Maravilha da Sua vida sem pecado (1João 3:5).

- A Maravilha da Sua doutrina. (João 7:46).

- A Maravilha do Seu perdão (Marcos 5:2,11; João 8:11).

- A Maravilha da Sua humanidade (Mateus 11:4,5).

- A Maravilha dos Seus milagres (Mateus 8:27).

MARAVILHOSO NA MORTE

- A Maravilha da Sua submissão (Mateus 26:39).

- A Maravilha do Seu comportamento (Isaías 53:7).

- A Maravilha da Sua compaixão (Lucas 23:34).

MARAVILHOSO NOS CÉUS

- Maravilhoso na Sua posição (Marcos 19:16).

- Maravilhoso na Sua autoridade (Mateus 28:18).

- Maravilhoso na Sua intercessão (Hebreus 8:1).

CONCLUSÃO

Ele é Maravilhoso também na Sua actuação sobre o homem que se aproxima d'Ele e que atende o Seu convite (Mateus 11:28). Ele com toda a eficácia regenera, modifica, transforma os corações e as vidas. Torna "novos" os homens "velhos". Maravilhoso, realmente!

Mas a Maravilha das Maravilhas é que em Jesus tudo se dirige num único sentido: Salvar as pessoas das trevas, arrancá-los ao pecado, torná-los novos seres, conduzi-los a Deus e torná-los participantes da vida eterna!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

ORDEM PERFEITA

Um homem que gostava de ordem saiu percorrendo o mundo à procura daquele, entre todos os lugares, que se destacasse pela mais meticulosa ordem.
Entrando num quartel militar, o homem olhou à sua volta e viu tudo arrumado; a relva cortada, as paredes pintadas, o chão limpo; tudo em boa ordem, como é próprio do carácter militar. Apenas desgostou ao homem notar que a maior parte dos soldados não tolerava aquela ordem rígida, mantendo ocultamente muitos hábitos desordenados. E foi-se um pouco decepcionado...
Noutro lugar, visitou uma grande empresa e também se entusiasmou como o que viu. Tapetes lindos dispostos pelo chão, aparelhos funcionando às mil maravilhas, os wc's cheirando a perfume... tudo muito arrumado, menos o sector das máquinas, onde os detritos da matéria-prima e coisas fora do lugar destoavam do restante da fábrica. Para produzir era necessária uma certa desordem...
Assim se foi desilundo o nosso homem. Por fim, entrando um dia no cemitério, exclamou ele, como quem descobre o que procurava:
"Eis o que sempre busquei! Eis a ordem perfeita!"
De facto, no cemitério reina extraordinária ordem. Os corpos ali enterrados nem por um momento causam qualquer estorvo. Tudo ali está "eternamente" no seu lugar; só que não há vida no cemitério!
O apego às formas pode fazer do culto cristão um cemitério. Talvez tudo esteja em ordem: As pessoas todas presentes, a Bíblia é lida; as pessoas oram, os músicos tocam... Tudo vai bem, só não há vida!
Onde existe vida, há sempre coisas um pouco fora de ordem. talvez cheguemos aos cultos com uma ideia já formada de como o culto de decorrer, como cada um se deve comportar, etc. Tudo isso é como ordem no cemitério. Perdemos a habilidade de sermos guiados instantaneamente pelo Espírito de Deus. O que mais precisamos é ser "carregados" pelo Espírito Santo de uma maneira viva!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O DEDO E A CHAGA

Um homem que fracturara o braço foi levado ao médico:
"É aqui?" perguntou o médico pressionando suavemente o braço do paciente, à procura do local exacto da fractura.
"Não", disse o homem.
"Aqui?"
"Não doutor!"
Estava difícil encontrar o lugar da fractura. Por fim o médico tocou no lugar certo.
"Ai!" fez o homem.
Estava descoberto o local da fractura; o processo de cura podia começar...
O grande problema e dificuldade do testemunho cristão ao mundo é tocar o ponto exacto da fraqueza das pessoas. Enquanto a pregação gira em torno de outros pontos recebemos aplausos e grandes elogios, até levarmos o dedo à ferida...Aí o mundo grita de dor, e a oposição aparece.
Lutero disse que se anunciamos a Cristo em qualquer outro ponto que não o ponto exacto da tensão em que satanás mantém cativa toda uma geração, "não estamos confessando a Cristo", por mais que O estejamos anunciando.
É preciso, com sabedoria, tocar com o dedo na chaga, mostrando às pessoas que o bom procedimento moral, por si só, não pode preenchê-las nem satisfazê-las. A ética religiosa por si só é vazia e inoperante; apenas Cristo pode fazer rios de água viva fluírem do interior seco que há no homem!

terça-feira, 21 de julho de 2009

A IGREJA e a SUA AUTORIDADE

1. AUTORIDADE de JESUS CRISTO
O Senhor Jesus Cristo afirmou categoricamente que a Palavra de Deus é poder (Marcos 12:24). Ora quem tem poder tem autoridade, soberania, mando, império. A autoridade do Senhor Jesus é completa e foi-Lhe dada por Deus Pai em face da Sua vitória na cruz do Calvário. ELe mesmo afirmou: "Todo o poder me foi dado no Céu e na Terra." (Mateus 28:18).
Durante o Seu ministério o Senhor Jesus exerceu a Sua autoridade sobre as forças da natureza; sobre toda a sorte de enfermidades e doenças; sobre as forças demoníacas que atormentavam as pessoas (Lucas 7.21).
A autoridade do Senhor Jesus é completa, seja em relação às forças da natureza, pois, Ele é o criador dos Céus e da Terra; seja em relação às enfermidades e doenças, seja sobre as hostes do mal, ou sobre o pecado; enfim, Ele detém toda a autoridade!
2. AUTORIDADE DELEGADA À IGREJA
Tendo toda a autoridade e como consequência o poder realizador que emana dessa autoridade, o Senhor Jesus, deseja que a Sua Igreja exerça também esta autoridade aqui na Terra, a fim de fazer crescer o Seu reino, o qual será definitivamente implantado com a Sua vinda e aniquilamento de satanás e suas hostes diabólicas (Mateus 16:18,19). O poder advindo da autoridade concedida à Igreja é manifesto através da acção do Seu Espírito Santo, o qual capacita cada membro do corpo de Cristo a exercer autoridade e o poder delegado.
3. CONDIÇÕES NECESSÁRIAS AO EXERCÍCIO DA AUTORIDADE
A. SUBMISSÃO À VONTADE de DEUS
A primeira condição necessária ao exercício da autoridade e do poder delegado à Igreja do Senhor Jesus é a submissão à vontade de Deus. A oração do Pai-nosso ensinada pelo Senhor aos discípulos é exemplo desta submissão: "Seja feita a Tua vontade...".
Evidentemente que o Senhor Jesus delegou à Igreja autoridade para expulsar demónios, impor as mãos sobre os doentes e enfermos e os curar, pregar com ousadia a Sua Palavra, etc.
O próprio Senhor Jesus sujeitou-se ao Pai, sofrendo terrível martírio, justamente porque era a vontade de Deus; o Apóstolo Paulo sofria de um espinho na carne, provavelmente uma enfermidade no seu corpo, e mesmo estando com a vida no altar do Senhor. A Igreja do Senhor no seu início sofreu às mãos do império romano, a ponto de muitos serem lançados às feras para lhes servirem de alimento!
B. COMUNHÃO COM JESUS CRISTO
A comunhão como Senhor Jesus Cristo é elemento essencial ao exercício da autoridade delegada à Igreja. É inconcebível que alguém possa ser usado pelo Espírito Santo com poder, e viva uma vida irregular diante de Deus. É necessário que a pessoa esteja ligado a Cristo a fim de exercer a autoridade e o poder delegado à Igreja (Lucas 8:21; João 15:4,5; Tiago 3:12). Como é que as forças demoníacas irão respeitar o cristão, cujo prodecer é incompatível com a Palavra de Deus? O exercício da autoridade depende, pois, de uma comunhão íntima com Cristo; isto significa submissão à Sua Palavra, vida de oração, comunhão com os seus irmãos na fé e com o seu próximo, etc. (Actos 19:11-17).
3. EXERCÍCIO da FÉ
A fé não surge com magia. Deve ser exercida diariamente, nas pequenas coisas do dia-a-dia. Quantas vezes falta-nos meio económicos para suprirmos as necessidades, ou dívidas contraidas normalmente com as despesas do lar, com um filho que adoeceu, etc., e diante destas situações perdemos a paz de espírito e nos angustiamos. Pois bem, são estes acontecimentos que servem de experiência a fim de exercitamos a fé em Cristo e depositarmos Nele plena confiança de que as portas serão abertas e todas as nossas necessidades serão supridas. Ora, pensar que a fé será dada de um dia para o outro é ilusão; ela é exercitada dia a dia, a fim de superarmos os montes e montanhas da vida (Marcos 11:22-24).
O exercício da fé diária conduz a Igreja de Cristo à experiência e esta trás esperança, ora quem tem esperança já tem fé. Além da experiência do cristão, a fé cresce na medida que se tem tempo para ouvir a Palavra de Deus, não simplesmente aos domingos nos cultos, mas na leitura diária da Bíblia. O acto de ler a Bíblia possibilita ao crente aliementar-se da mensagem trazida pelo Espírito Santo, resultando um aumento progressivo da fé.
CONCLUSÃO
Conhecendo o caminho a ser percorrido a fim de exercitar a autoridade e em consequência o poder que emana dessa autoridade, resta-nos como Igreja do Senhor Jesus aqui na Terra, pagar o preço da submissão à Sua vontade, manetndo uma comunhão verdadeira com Cristo e xercitar a fé em todos os momentos da nossa vida diária!

sábado, 18 de julho de 2009

PASSADEIRA ELECTRÓNICA

Quando está mau tempo muitas pessoas vão para os ginásios para aí fazerem exercício físico. Há um aparelho que é muito procurado pelas pessoas que frequentam esses espaços, que é a passadeira electrónica. Mas há algo interessante que se calhar quem usa esses aparelhos para manter a forma física ainda não se lembraram: Quando o conta quilómetros diz que se andou, por exemplo, um quilómetro, a verdade é que não se saiu do sítio, ou seja, não se foi a lado nenhum!
A vida sem Deus é como estar numa passadeira eléctrica. As gerações vêm e vão (Eclesiastes 1:4). O sol levanta-se e põe-se dia após dia, ano após ano (vs.5). O vento segue um curso repetitivo quando sopra e redemoinha sobre a Terra (vs.6). Os rios correm para o mar mas este nunca se enche (vs.7). Como estes fenómenos naturais, a vida está sempre a mover-se mas nunca chega a algures, sempre a sofrer mudanças mas nunca encontrando algo realmente novo.
Depois vem a morte. As pessoas sem Deus estão sem esperança e sabem que cedo serão esquecidas. Que perspectiva horrível!
Quão diferentes as coisas são para os que conhecema Deus! Sim, por vezes eles também experimentam a rotina, a monotonia, e a dificuldade, mas em vez de estarem numa passadeira eléctrica estão numa viagem. Foi assim que Armando, um amigo meu de 83 anos, viu a vida. Pouco antes de morrer, ele disse-me: "Em toda a minha vida tenho-me estado a preparar para o Céu. Agora estou prestes a chegar lá."
Tu também podes ter esta esperança. Admite que és pecador. Recebe o Senhor Jesus como teu Salvador. Ele transformará a tua monótona vida de passadeira eléctrica numa viagem cheia de significado.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

UMA PROMESSA REAL

O advogado Charles Finney encontrou, nos livros de jurisprudência que consultava, muitas citações da Bíblia, o que o levou a adquirir um volume das Escrituras para se inteirar com exactidão do que um Livro tão recomendado ensinava.
Fazendo isso, e começando a assistir a reuniões evangélicas, Finney se impressionou sobretudo com o facto das orações dos mesmos não serem respondidas. "Ouvia os crentes pedirem um derramamento do Espírito Santo e confessarem, depois, que não O haviam recebido", conta ele na sua autobiografia.
Seguindo a sua pesquisa das Escrituras, Finney logo se convenceu de que as orações daquelas pessoas não eram respondidas porque não tinham fé, isto é, uma fé viva. Bastava-lhe olhar aquele ambiente frio de oração para sentir que a fé eficaz definitivamente não estava presente.
Foi então que Finney dispôs-se, ele próprio, a tratar a sério a questão da sua salvação com Deus e da experiência de ser cheio do Espírito Santo. A princípio faltava-lhe a coragem de render-se inteiramente ao Senhor, mas tal foi o cerco imposto pelo Espírito de Deus, que apenas dois dias depois já se encontrava inteiramente vencido. A vida de Charles Finney, desde então, nunca mais foi a mesma.
O Espírito, que o encheu, por anos permeou e dirigiu todo o seu ser, de modo que a ele bem se aplica a figura da sarça ardente do monte Sinai; foi inteiramente consumido para Deus por meio do Espírito maravilhoso que nele entrou. Diz-se que centenas de milhares converteram-se pela pregação directa ou indirecta de Finney, e que talvez a mais alta percentagem de permanência de convertidos a longo prazo durante séculos pertenceu a essa mesma pregação.
Como precisamos inteirar-nos de que a promessa de Deus é real! O essencial é que Finney sempre creu vivamente que o Espírito Santo não era algo só para a época dos Apóstolos. Isso transformou a sua vida e o seu país. O facto mais glorioso é que a promessa de Deus é real e aplicável!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

CARROS de FERRO

Porque é que Portugal está em primeiro lugar, na Europa, e nalguns casos a nível mundial, em praticamente tudo o que é mau? SIDA, alcoolismo, droga, prostituição, falta de segurança, corrupção, etc, etc.
Isaías 1:4-7, descreve o nosso tempo. O nosso país transformou-se numa nação má, corrupta, e Deus, à semelhança de Israel, ofereceu-nos ao inimigo! "Estamos" escravizados à idolatria!
Israel tinha sido uma nação santa, separada para Deus. Dependia unicamente do Seu poder, sem temer coisa alguma. Mas Deus entregou Israel à escravidão! Durante vinte anos de escravidão, Israel acobardou-se porque o inimigo possuía carros de ferro que corriam de um lado para o outro sobre as suas estradas (Juízes 1:19). E o resultado foi que recorreram a novos deuses (Juízes 5:6). Que humilhação! houve tempos em que este povo de Deus teria derrotado qualquer inimigo! Arma nenhuma conseguia derrotá-los. Mas agora até o ruído os amedrontavam! O pecado da desobediência (Josué 17:18) havia levado esta nação a ser um povo cobarde e sem força!
Alguns perguntam: Você está a dizer que nós, os cristãos de hoje, estamos escravizados e amedrontados? E o que está a acontecer por esse mundo fora: mega-igrejas com grandes cultos de louvor e adoração, isso não é avivamento? E os milhares de Bíblias que são distribuídas? Trabalho nas prisões, programas de reabilitação, etc, etc. Isso não é avivamento?
A minha resposta: Os hospitais continuam lotados, as doenças incuráveis aumentam a cada dia, a droga cada vez mais se começa a consumir mais cedo, raparigas com doze anos de idade angravidam, abortam...
Os carros de ferro do diabo ainda estão correndo de um lado para outro nas ruas da nossa cidade, do nosso pais! Estão espalhando o medo, sem haver quem os desafie! A Igreja parece não dispor de poder para detê-los!
Os viciados ficam mais ousados, os homossexuais sem dos esconderijos com reivindicações, os pedófilos gozam das nossas leis, há assaltos há luz do dia, os ladrões são apanhados, mas logo saem. A autoridade é tirada às polícias...E todos os domingos, umas poucas dezenas de cristãos reúnem-se acomodados, achando que não se pode fazer nada contra estes carros de ferro!
Como podemos dizer que o avivamento chegou, em qualquer parte deste país, enquanto as fortalezas de satanás não estão sendo desafiadas?
A verdade é que a Igreja apenas está virada para vitórias no alto das montanhas. Igual aos israelitas (Juízes 1:19). Israel estabeleceu os seus altares nos lugares altos e começou a estabelecer a adoração e o louvor, e desistiu do restante. Olharam para baixo e disseram: "O vale (o mundo) pertence ao deus deste mundo. O inimigo pode ficar com ele. Vamos evitar esse local. Permaneceremos aqui em cima a desfrutar as bençãos. O que podemos fazer contra uma força tão maligna?" Fizeram com que Deus parecesse fraco, indefeso! Os condutores (demónios) zombaram: "O Deus deles é um deus de montanhas! É só um deus de cânticos. Eles fazem louvor muito alto, mas agem de modo cobarde!"
Assim é hoje! Qual a imagem que o mundo tem da Igreja? É um bando fraco e fanático de velhinhas que colocam um pedaço de papel nas mãos. A Igreja existe para os fracos, para os doentes, para os que estão caindo aos pedaços. Estas pessoas não produzem qualquer diferença! Há anos que estão por aqui mas nada muda.
Não pode haver avivamento verdadeiro até que o povo de Deus parta em fé para desafiar os carros de ferro do diabo, no seu próprio terreno!!!
Quando o avivamento que Deus deseja estar presente, não há demónio que aguente. Nenhum principado ou potestade estará imune à autoridade espiritual. As pessoas são libertas. Os doentes são curados. Os fabricantes de ídolos ficam sem subsistência! Aqueles que mentem ao Espírito Santo caem fulminados! Os magistrados tremem, os carcereiros convertem-se. E as cidades ficam cheias do conhecimento de que Deus está presente! (Actos 3:6,7; 4:14-16; 5:1-10; 8:7; 16:23,24; 19:24-26).
Mas no meio daquela corrupção, Deus possuía uma testemunha da Sua santidade na Terra - uma profetisa chamada Débora. Enquanto todos se acobardavam, Débora encontrava-se presa a Deus, buscando conhecer o Seu coração. Aprendendo a confiar no Senhor pela vitória contra todo o poder do inimigo. As pessoas chegavam lentamente. De todas as classes sociais (Juízes 5:10,11,14). Todos os avivamentos apresentam isto. Todos começaram a perceber que os carros de ferro tinham de ir!
Eram homens e mulheres trabalhando juntos! Não há machismos quando avivamento é genuíno. Quando um avivamento real surge ninguém brilha. Não haverá culto ao ego! Não se irá ouvir dizer: "o meu pregador favorito", mas em vez disso, será dito: "O Senhor Jesus está lá!"
A vitória foi conseguida (Juízes 5:31,32). A mensagem era: "Nem mais um centímetro para o inimigo! Chega de carros de ferro!"
Porque será que tanto daquilo que fazemos em nome de Deus não tem resultados, é confuso e não desafia os carros de ferro do inimigo? Porque é que não ouvimos Deus tão claramente como Débora ouviu? (Juízes 4:6). É porque não nos prendemos mais ao Senhor em oração! Oramos apenas para nossa auto-satisfação! Recusamo-nos à disciplina da oração particular e em grupo!
Eu pessoalmente estou cansado de toda a actividade vazia e inútil. Distribuímos toneladas de literatura. Colocamo-nos diante das pessoas, como crianças na praia a gritar para as ondas pararem. Um folheto não é senão uma espada de papel, a menos que esteja acompanhado pelo Espírito Santo! É como dirigir-se aos carros de ferro abanando espadas de papel. Esta é a letra que mata, a menos que tenha uma rectaguarda de muita oração e lágrimas! Através da oração Deus pode levar aquela espada de papel a ser uma espada de aço! Cultos ao ar livre desprovidos do poder do Espírito Santo são inúteis. Mero entretimento sem vidas transformadas. Só através da oração, por vezes acompanha de jejum, poderemos desafiar estes carros de ferro que passeiam todos os dias à nossa frente!
Enquanto o grupo que foi desperto saiu para assumir o domínio em nome de Deus, outros recusaram a envolver-se. Carros de ferro não lhes interessava pois achavam-se muito ocupados com os seus próprios problemas e com a vida (Juízes 5:16,17).
Eles oraram por uma tempestade, e foi chuva que derrubou os carros de ferro.
Quando a chuva do Espírito Santo vem em resposta à oração, Deus enlameia o inimigo no seu próprio território. De noite para o dia, é mostrado que o poder de satanás é inútil. A chuva que cai torna o inimigo sem poder!
Declaremos guerra contra todos os carros de ferro satânicos e obtenhamos vitória pela oração!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A RAINHA VESTIDA de OURO! A NOIVA de CRISTO! PARTE 1

INTRODUÇÃO

O Salmo 45 nos dá um belo retrato de Cristo e a Sua noiva. Um grande casamento está para acontecer, e o escritor está "em ebulição" de tanto êxtase e excitação: "Meu coração transborda (ferve) de boas palavras..." (vs.1).
O salmista mal consegue se conter. Está tentando descrever algo que vê com os olhos da mente - uma cerimónia incrível, com um grande e glorioso Noivo, e uma linda noiva vestida de ouro!

ESTE CASAMENTO TRATA DO REI JESUS RECEBENDO A SUA NOIVA (A IGREJA)!
A "testemunha" deste matrimónio é o Espírito Santo, que descortina para nós uma cena gloriosa:
O Rei Jesus em pé diante do Seu trono - o ceptro real na mão, as Suas roupas impregnadas do maravilhoso aroma de mirra e aloés. Ele vem do palácio de marfim do Seu Pai, onde foi ungido com o óleo da alegria (Hebreus 1:9).
Ele veste a Sua roupa de gala completa. A Sua espada reluzente está cingida junto à coxa. Ele conquistou todos os inimigos, e o Seu reino está seguro. Ele reina em paz e poder, vitorioso acima de todos. E, diz a Bíblia, Ele é "...mais formoso que os filhos dos homens; a graça se derramou em Seus lábios." (vs.2).
Cada batalha feita por este Rei - cada inimigo que lançou por terra, cada acto de graça e misericórdia que Ele tenha concedido, foi por Sua noiva!
O salmista conta que o Noivo poderia ter escolhido uma noiva dentre muitas filhas respeitáveis no reino: "As filhas dos reis estavam entre as tuas ilustres donzelas...". Mas Ele escolheu somente uma: "...à tua direita estava a rainha ornada de finíssimo ouro de Ofir." (vs 9).
Ora, o ouro de Ofir era o ouro mais puro, mais refinado produzido naqueles dias. E esta noiva estava ornada com ele. Que aparência maravilhosa ela tinha, quando foi "...levada ao Rei..." (vs 14). Ela resplandecia totalmente, porque o seu coração era puro!
O seu traje de ouro cintilava com bordados incríveis. Não era uma roupa qualquer não, tinha sido tecida com muitos detalhes, entrelaçados com fios do mais puro ouro. E os seus adereços dourados brilhavam de modo espectacular.
A rainha vestida de ouro marcha em direcção ao Rei, ao som de grande fanfarra. E que som glorioso! Atrás dela, tão longe quando o olho pode alcançar, está o seu séquito - um exército de virgens, todas vestidas de branco, cantando, louvando com grande alegria. A noiva lidera todo o cortejo nupcial e vem ao encontro do Reis dos reis e Senhor dos senhores!
Finalmente, a noiva toma o seu lugar à destra do Rei. Todos se regozijam, porque este é o casamento real da eternidade! (vs 14, 15).
Fala-se muito de um encontro de avivamento do Espírito Santo! Podemos imaginar a cena? Este casamento é o propósito, o apogeu de toda a criação. Ali está em pé o Rei Jesus, e eis que vem a Sua noiva - os remidos de todos os tempos - vestidos em ouro puro, a justiça de Cristo!
O quadro em Apocalipse 21 é um belo quadro da igreja do Senhor Jesus! A grande e santa cidade descendo do Céu é a Sua noiva sem mácula; a Igreja vitoriosa assentada com Ele nos lugares celestiais. Esta Igreja é edificada sobre os alicerces das verdades do Evangelho dos doze Apóstolos. E é cercada de muralhas e portões, que mantém fora tudo o que é impuro.

(continua...)

A RAINHA VESTIDA DE OURO! A NOIVA DE CRISTO PARTE 2

(continuação...)

ASSIM QUE A RAINHA SE COLOCA DIANTE DO NOIVO, O CASAMENTO PRESTES A SE INICIAR, A VOZ DE UM TERCEIRO PARTICIPANTE É OUVIDA!

A rainha vestida de ouro é honrada, favorecida, extremamente embelezada. E agora ela permanece à destra do Seu amado, o casamento prestes a ser realizado. Antes que a cerimónia comece, porém, uma voz sussurra uma advertência a ela: "Ouve, filha e olha, e inclina os teus ouvidos..." (vs 10).
Eu creio que esta voz é do Espírito Santo, que adverte a todo o que é chamado pelo Seu Nome, dizendo: "Ouça, preste atenção, escute!" Esta voz vem à noiva nos momentos finais, um pouco antes do casamento ser consumado. A mensagem do Espírito Santo à noiva foi: "...esquece-te do teu povo e da casa do teu pai." (10b). A voz suave, tranquila, sussurava: "Não é suficiente só deixar o passado para trás. Precisa também de esquecê-lo completamente, lançá-lo para fora da mente, todos os amores e diversões do passado!"
Será que as palavras do Espírito Santo um aviso para que deixemos fisicamente a família, trabalho, carreira? Não! Nunca! A Sua advertência não é uma desculpa para fugirmos das nossas obrigações do casamento ou família. Com efeito, a Bíblia está cheia de mandamentos e advertências acerca dos cuidados para com os da nossa casa. Não se trata de um chamamento físico. Ele está alertando para aqueles que fazem ídolos para si, e que vai-lhes ocupar o lugar que pertence ao Senhor. Não é suficiente para o Senhor Jesus conquistar o nosso coração! Ele tem que ser a satisfação do nosso coração! Esta é a noiva que combina com este Noivo. Uma certa beleza precisa de adornar a Sua noiva, a fim de atraí-Lo: "Então o Rei se afeiçoará à tua formusura..." (vs 11). Veja que pensamento incrível: O Senhor Jesus não será capaz de se afastar de nós! Em verdade, o significado hebraico de formusura aqui inclui a palavra desejo (com conotação santa). Tem o sentido de grande saudade, e desejo.
O Senhor nos deseja ardentemente, e quer o nosso tempo e atenção. Quando aquele dia chegar Ele tomará a nossa mão com delicadeza, e dirá suavemente: "Enfim juntos" Tu me desejaste tanto...deste o melhor da tua vida a Mim, do teu tempo, da tua atenção. Vem agora, sejamos um!" (João 17:11).

segunda-feira, 13 de julho de 2009

UMA VIDA DE COMUNHÃO

Os escritos de George Whitefield reflectem claramente o tipo de vida que ele levava. Num tempo de gelo espiritual na Inglaterra, Whitefield veio a compreender, juntamente com os irmãos Jonh e Charles Wesley, que a essência da fé cristã é o próprio Cristo sendo formado em nós.
É comum nos escritos e na auto-biografia de Whitefield palavras como esta: "De manhã cedo", "Ao meio-dia", "Ao anoitecer", "À meia-noite"; "De facto o Amado Jesus me visita para renovar-me o meu coração. Se certas árvores perto de Stonehouse pudessem falar, contariam acerca da doce comunhão, que eu e algumas almas comigo, desfrutamos ali com Deus, sempre bendito. No caminho, a minha alma alegrou-se cantando hinos. Chegamos quase à meia-noite; depois de nos entregarmos a Deus em oração, deitamo-nos e descansamos na protecção do querido Senhor Jesus."
É inteiramente dispensável acrescentar que uma pessoa assim, quando pregava impulsionava, quase arrastava as pessoas à mesma presença que desfrutava. Whitefield simplesmente exalava o perfume de que estava impregnado. Porque Deus se tornara real para ele, era real também para todos que o tocavam. Vê-lo e ouvi-lo era o mesmo que ser electrizado!
Nada há tão importante em toda a nossa fé como viver mergulahdo no Senhor. Isto é uma vida de comunhão. Não basta ouvirmos as mais gloriosas verdades da Bíblia e não sermos enchidos da convicção de que as mesmas são reais e aplicáveis ao nosso viver hoje!

ClubeMais+ no Retiro de Vila Chã

Uma equipa do ClubeMais+ composta pelos seguintes elementos participou no Acampamento da Igreja de Vila Chã: Pr. Luís Rego, Bé, Ruben, Samuel, Joana, Tiago, Lucília, Catarina, Débora, João Pedro, Natércia, Marlene e ainda a Catarina (prima da Débora) que veio de Lisboa. No domingo aparecem para passar o dia connosco o Paulo, a Rute, o Natanael e o Jónatas. No total o ClubeMais+ esteve representado por 16 elementos (!).

A nossa "aventura" começou por volta das 16h quando inciamos a viagem para o lugar onde se realizou o Retiro. Depois de nos juntarmos na entrada da A28 chegamos por volta das 17h ao Alto da Mandorra, ali para os lados da Meadela, sem não antes apanharmos um "cagaço", pois os últimos metros para se chegar eram literalmente a pique! E o piso era de -10 estrelas! Coitadinhos dos nossos carros!!!

Mas chegamos, graças a Deus!

Depois de nos dizerem onde montávamos as tendas foi ver a Bé e a Joana, com a pouca ajuda do resto do grupo, a montá-las. Já podem abrir uma firma de montar tendas (lol).

A seguir fomos apresentar-nos ao pessoal que já estavam lá desde a manhã, e aguardamos pelo jantar. O jantar foi panados com arroz de feijão. Deu para alguns tomarem aqueles comprimidos para a "caganeira"!!!

Depois dos arrotos e outros, veio a sessão da noite, que serviu para as apresentações, definir tarefas, algumas regras a cumprir, etc, e para o pregador do retiro apresentar os sub-temas dos seminários, ah! o tema do Retiro foi "RELACIONAMENTOS".

- Sábado de manhã: "Relacionamento consigo próprio" e "Relacionamento com os amigos"; À noite "Relacionamento com Deus".

- Domingo de Manhã: "Relacionamento com a Igreja" e "Relacionamento com o sexo oposto".
Às 24.00h fomos todos para a cama.

Depois de uma noite péssimamente mal dormida, o piso estava mais torto que uma linha dentro do bolso (!) levantamos para iniciar o sábado , o grande sábado, pois iriam ser dois seminários até à hora de almoço, e o culto à noite. De tarde houve os habituais jogos e brincadeiras, com destaque para o Karaoke, onde a nossa Joaninha esteve em grande! Ainda houve tempo para alguns irem até à praia. Dos nossos só foi o Ruben (que iria ele à procura???).
E chegou a noite onde tivemos um grande culto na presença de Deus. Era quase 1 da manhã quando terminou! Ninguém queria ir para a cama, foi bom, graças a Deus.
E veio a noite mais curta! Alguns acho que não se deitaram, mas ainda deu para dormir umas 2 horas!!! Depois dos seminários e do almoço alguns puseram-se a caminho de casa, mas depois do encerramento oficial do Retiro ainda deu para ficarmos mais um bocadinho a conviver, a trocar fotos (isto da tecnologia tem o que se diga), e às 18h15 pusemo-nos ao caminho sem antes passarmos mais um teste, desta vez a descer, no famoso caminho. A Joaninha ia-se ...(pi)....toda, pois ficou sem travões! Mas conseguimos chegar à estrada e a casa, sem não antes passarmos por Ponte de Lima para deixarmos os limianos.
Coisas para lembrar: A Joaninha foi para o Retiro com a mão direita toda inchada, pois uma vespa picou-a, mas o socorrista de serviço tirou-lhe os picos, e depois de tomar não sei o quê ficou melhor. A Catarina (Ponte de Lima) andou a "fugir" a um rapazinho cheio de falta de carinho (risos). Duas das campistas pareciam moscas varejeiras atrás do Ruben, que sempre se esgueirou como um profissional. A Bé teve de levar com os mais pequenos, mas já é da praxe. O João Pedro foi a revelação a comer. A outra Catarina, de Lisboa, para a primeira vez foi uma maravilha. O arroz de marisco dado ao almoço no domingo estava espectacular! A chuva vistou-nos no último dia.
Por fim resta dizer que, se Deus quiser, para o ano esperamos estar com eles outra vez. Ah! e não se esqueçam vejam as fotos na secção "Fotos das nossas Actividades".
A Deus toda a Glória!

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