domingo, 30 de outubro de 2016

JESUS, A PEDRA DE ESQUINA

Desde os tempos antigos, a pedra angular é de vital importância na construção de um edifício. A pedra angular era a pedra fundamental utilizada nas antigas construções, caracterizada por ser a primeira a ser assente na esquina do edifício, formando um ângulo recto entre duas paredes. A partir da pedra angular, eram definidas as colocações das outras pedras, alinhando toda a construção.
A pedra angular é o elemento essencial que dá existência àquilo que se chama o fundamento da construção. Actualmente, a pedra angular seria semelhante ao fundamento dos prédios contemporâneos.
 O Salmo 118:22 diz que a pedra que foi rejeitada tornou-se a pedra angular. Em Isaías 28:16 diz que esta pedra preciosa de esquina, novamente falando sobre Jesus, é um alicerce seguro e não há necessidade de pânico para aqueles que dependem d’Ele.
Imagine viver num edifício alto. Se a pedra angular foi feita de um material que foi mais fraco do que o resto da estrutura, ou não foi colocada correctamente, todo o edifício está comprometido!
Como seria viver dentro daquele prédio e confiar a tua vida quando algo coloca pressão sobre essa base? Por vezes, podemos encontrar-nos apoiados em diferentes fundações ou em diferentes pontos na nossa vida. Algumas "pedras angulares" podem ser muito atraentes e estáveis, mas última análise, essas pedras vão-nos levar à desilusão.
Jesus é o único caminho para a salvação e comunhão com Deus. Estávamos totalmente incapazes de nos salvar a nós mesmos, pois o nosso pecado nos separava de Deus. Através do Seu trabalho na cruz, Jesus usou-Se como a pedra angular, o fundamento seguro sobre o qual a nossa relação e ligação de volta para o nosso Criador pode ser feita.

Só Jesus, O Filho de Deus, tinha o poder de fazer isso por nós. Ele é o alicerce sobre o qual podemos construir uma vida com uma garantia sólida e uma confiança para o futuro. Podemos viver uma vida livre do medo e preocupação e com um conforto que vem do amor insuperável de Deus. Cristo é a pedra angular para cada parte da nossa vida.

sábado, 29 de outubro de 2016

A BENÇÃO DA RECEPTIVIDADE

Como é fácil estar escutando, mas não realmente ouvir; ou ouvir, mas não estar ligado. Podemos perder em tanto porque nos falta receptividade.
Deus dá-nos oportunidades mas nós podemos estar vivendo alheios, porque não vivemos as nossas vidas de uma forma aberta, receptiva. Por outro lado, se somos capazes de receber, então estamos abertos a aprender e a crescer.
Quando vivemos as nossas vidas de uma maneira receptiva, podemos mudar a atmosfera - e definir o tom espiritual - das nossas vidas, das nossas casas, do lugar onde estamos, da nossa igreja, e, assim, tirar o melhor dos outros.
O Senhor Jesus nos diz que a medida que usamos é a mesma medida que será de volta para nós. Então, se nós ouvimos, mas não estamos receptivos, então estamos estabelecendo a medida que vai voltar para nós (“E não podia fazer ali obras maravilhosas; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.” Marcos 6:5).
A atmosfera das nossas casas, lugares de trabalho, escola, relacionamentos, amizades, vida espiritual e Igreja, dependerá da nossa prontidão e desejo de sermos estimulados, para aprender e para crescer.

Nós precisamos de viver as nossas vidas num ambiente de antecipação, expectativa, fé e receptividade em que a medida que usamos é realmente trazer a medida que Deus quer para a nossa vida.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

CONFERÊNCIA XCEL MEN'S


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

CONFIANÇA SEM MEDO

Quando lemos a Bíblia, há inúmeras histórias que ilustram a confiança sem medo de que temos acesso pelo Espírito Santo que trabalha dentro de nós. Seja de Davi com Golias, ou Josué e os seus exércitos marchando em torno de muros de Jericó, foi confiança sem medo que os acompanhava.
Confiança: Sentimento de quem confia, de quem acredita na sinceridade de algo ou de alguém. Crença em si mesmo, nas suas próprias qualidades. Esperança; disposição ou tendência para ver tudo pelo lado bom.
Medo: Estado emocional provocado pela consciência que se tem diante do perigo. Sentimento de ansiedade sem razão fundamentada. Grande inquietação em relação a algo desagradável, a possibilidade de um insucesso etc..
Sem: Ausência, condição.
Outra dessas histórias inspiradoras encontramos em Actos 4, quando Pedro e João se encontravam presos por proclamar a ressurreição de Jesus Cristo para o povo em Jerusalém. A Bíblia diz que depois que eles foram libertos da prisão, tornaram a reunir-se com os seus amigos, e oraram assim “Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra. Enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome do teu santo Filho Jesus. E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos, e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a Palavra de Deus.” (Actos 4:29-31)
  Eles todos foram cheios do Espírito Santo e continuaram a falar a Palavra de Deus com confiança sem medo.
O que ressalta de importante nesta passagem é que a primeira coisa que Pedro e João fizeram, após a sua libertação, foi reunirem-se com os seus amigos e orarem a Deus para dar-lhes confiança sem medo, para puderem continuar a pregar a Sua mensagem.
Paulo diz em 1Coríntios 2:4,5: “A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e poder. Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.”

Descobri que às vezes nos preocupamos muito com o que devemos dizer, quando se trata de compartilhar a nossa fé e tomar uma posição, quando a verdade o que dá peso é o que dizemos debaixo do poder do Espírito Santo dentro nós. É essa atitude que vai fazer com que tenhamos confiança sem medo!

sábado, 22 de outubro de 2016

A CHAVE

Um dia Abraão enviou o seu servo Eliezer para que encontrasse uma esposa para o seu filho Isaac. Ao parar ao pé de um poço, Eliezer orou (Génesis 24:12-14). E antes que ele acabasse de orar aparece Rebeca, que diz que ela própria tiraria a água para os camelos de Eliezer.
Rebeca não fazia ideia nenhuma de que Eliezer podia mudar a sua vida. Ela não sabia que o seu gesto lhe abriria a porta para uma grande benção. No tempo do Velho testamento, era costume oferecer água a um estranho; chamava-se a isso a lei da hospitalidade. Os judeus acreditavam naquilo que está escrito aos Hebreus 13:2: “Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos.”  
Mas quem é que se lembraria de se oferecer para dar de beber a dez (Génesis 24:10) camelos sedentos? Um camelo pode beber até 150 litros de água! Não era uma tarefa fácil! Rebeca foi generosa para um completo estranho, procurando apenas a alegria de servir. O que ela não sabia era que estes camelos a levariam até Isaac, e que ela se tornaria sua noiva, que seria coberta de riquezas e faria parte da família de Cristo.
Então, se nós queremos avançar na vida, apareçamos cedo, fiquemos até tarde, trabalhemos mais, sejamos honestos e estejamos prontos para resolver problemas e não criá-los ou alimentá-los.
Vivamos segundo os ensinamentos de Cristo: “E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.” Mateus 5:41.

A chave para o sucesso é fazer não apenas o que é esperado, mas um pouco mais!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

NÃO PODEMOS DESCER

Neemias estava ocupado com a restauração dos muros de Jerusalém, destruído pelos babilónios. Tão bem foi sucedido o trabalho daquele homem de Deus, que os seus vizinhos lhe tramaram a morte. Sambalate, Tobias e Gesém, manhosamente convidaram-no para "um encontro amistoso" para matá-lo traiçoeiramente (Neemias 6:2). Ele escapou daquele laço porque estava ocupado com uma obra muito importante (Neemias 6:3).
Nos dias que vivemos há muitas oportunidades para "descer" com os "sambalates" e "tobias". Sim, o mundo e o pecado atraem cada vez mais, para descermos da elevada posição em que nos encontramos em Cristo Jesus ("E nos ressuscitou juntamente com Ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus." (Efésios 2:6).
José preferiu enfrentar a cadeia a descer o vale da imoralidade.
João Batista também foi convidado a descer. Se ele tivesse modificado um pouco a sua pregação, poderia ter evitado a prisão e o degolamento. Mas João Batista recusou-se a descer ao nível de imoralidade que vivia aquele monarca. O Apóstolo Paulo também recusou descer. Quando foi preso e levado à presença de governadores não se calou, mas falou o Evangelho de Cristo. Preferiu enfrentar o próprio imperador a comprometer o Evangelho.
Recusou descer ao nível moral e espiritual daqueles que o perseguiam
Cristo recusou-se a descer da cruz (Mateus 27:42). Naquela tarde histórica no Calvário, Ele estava ocupado com o grande trabalho de libertar as nossas almas da morte eterna. Ao redor dessa cruz apareceram também os "sambalates e os tobias", os escarnecedores judaicos. A resposta do Salvador, embora expressa pelo mais profundo silêncio, foi esta:
"Estou fazendo uma grande obra, de maneira que não poderei descer"!

Descer, jamais, porque o caminho do salvo é na direcção do céu de onde aguardamos a volta do Senhor! (1Tessalonicenses 1:10).

domingo, 16 de outubro de 2016

PROVAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

No tempo do Senhor Jesus, quando um carpinteiro terminava um trabalho, era costume lavar as suas mãos, secá-las num pano de linho, dobrá-lo e deixá-lo em cima da sua obra. Aquele pano era a sua marca. Qualquer pessoa que visse a obra saberia que o trabalho estava pronto. No domingo da ressurreição, Pedro viu “…que o lenço, que tinha estado sobre a Sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte…e creu.” (João 20:7,8). Os cientistas dizem que as provas infalíveis vêm depois de repetidas experiências e de múltiplas confirmações. Aqui ficam cinco provas infalíveis de que Jesus ressuscitou:
- Maria Madalena viu-O (João 20:16,18).
- Mais que uma mulher foi ao túmulo e viram-No (Mateus 28:9).
- Os discípulos falaram com Ele (João 20:20).
- Os Apóstolos reconheceram-No (Actos 1:11).
- 500 Pessoas testemunharam que O viram (1Coríntios 15:6).
A ressurreição de Cristo é a base da nossa salvação e a esperança sobre a qual a nossa eternidade se apoia.

Num culto de Páscoa no Bangladesh, uma congregação estava a ver um filme sobre Jesus, e quando foi a cena da crucificação todos desataram a chorar. Mas, subitamente um rapazinho levantou-se e disse bem alto: “Não se preocupem, Ele vai levantar-se outra vez! Eu já vi esse filme!”

domingo, 2 de outubro de 2016

VISTO E OUVIDO

A cada semana as pessoas de todas as idades e culturas são tocados pelo poder do Espírito Santo. A pessoa do Espírito Santo está trabalhando na nossa fé e Deus está mudando a vida das pessoas. Vidas de oração estão em chamas.
 Deus está-se movendo de muitas maneiras e está sempre incentivando o espírito das pessoas a desejarem mais d’Ele.  
Parte da visão para a nossa Igreja é que cada pessoa esteja ligada a Deus, através de Jesus, e onde a Pessoa do Espírito Santo está activamente trabalhando de tal maneira que onde é derramado não pode ser ignorado.
Alguma vez já tiveste de dizer a alguém que há algo diferente em ti, ou então, alguém perguntar por que tu mostras sempre que há esperança, que há solução, que há uma saída?
O nosso relacionamento com Deus muda-nos para melhor. Alegria substitui a tristeza. A esperança substitui o desespero. A expectativa substitui a dúvida.
Ansiamos por encontrar o Espírito Santo de tal maneira que Ele é visto e ouvido!
Conforme caminhamos, vamos estar sempre esperando que o Santo Espírito transforme todas as áreas das nossas vidas; os nossos relacionamentos, e em todas as áreas da vida da Igreja.
Este tipo de expectativa muda a atmosfera dos nossos cultos e opera resultados nas pessoas que estão sendo cheios do Espírito Santo. Não há como negar que o Espírito Santo se move.
Vamos decidir ser pessoas que continuamos a procurar apaixonadamente o Espírito Santo (“E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos, e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a Palavra de Deus.” Atos 4:31).
Vamos acreditar que as pessoas podem ouvir, encontrar e sentir Deus de uma maneira como nunca lhes aconteceu, e quando vão embora, acreditem! (“Se pois toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem línguas estranhas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estão loucos? Mas, se todos profetizarem, e algum indouto ou infiel entrar, de todos é convencido, de todos é julgado. Os segredos do seu coração ficarão manifestos, e assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus está verdadeiramente entre vós.” 1Coríntios 14:23-25).

Procuremos criar uma atmosfera onde algo pode acontecer e provavelmente vai acontecer.

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