quinta-feira, 24 de abril de 2014

UMA PALAVRA AOS PROFESSORES

 Se queres tornar-te um agente de mudanças, é preciso primeiro mudares-te a ti mesmo! E nunca estás velho demais para o fazeres. Mudança nada tem a ver com a tua idade, mas tem tudo a ver com a tua atitude. Pessoas mais velhas podem ser excelentes aprendizes. Em algum ponto do teu trajecto terás adquirido a ideia, errada, de que não se pode ensinar a um cão velho velho truques novos, o que poderá ser verdade se estiveres a ensinar cães. Mas não é este o teu envolvimento, pois não? Algumas pessoas aos vinte anos estão mortas mentalmente, ao passo que outras aos setenta estão activas e visitar lugares novos. O Apóstolo Paulo estava. Perto do final da sua vida, quando a maioria das pessoas deseja apenas estar numa cadeira de baloiço, ele escreveu: "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." (Filipenses 3:13,14). Paulo não ficava impressionado com o seu sucesso, nem intimidado com os seus fracassos. Ele aprendeu com o seu passado, mas recusou-se a viver nele. O seu alvo estava sempre diante de si. E ele estava simplesmente relacionado ao seu presente. Ele disse "Prossigo para o alvo." Todos os dias, quando Paulo abria os olhos, ele pensava. "Este é um novo dia cheio de possibilidades; Senhor, ajuda-me a aproveitar ao máximo cada momento!" As pessoas costumam dizer: "Quanto mais velho for o violino, mais doce será o som", mas isso só irá acontecer se continuar a treinar e a sentir-se em forma!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

MOMENTOS DECISIVOS

Foi um momento de decisão aquele em que Josué disse a Israel: "...escolhei hoje a quem servis...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor." (Josué 24:15). Primeiro, na nossa vida, os momentos decisivos mostram-nos quem realmente somos. Os nossos momentos decisivos normalmente aparecem de surpresa e acontecem durante tempos de crise, tais como enfrentar o falhanço pessoal, assumir uma posição não muito popular, sofrer sem se queixar, ter de perdoar ou fazer uma escolha difícil. Seja eles quais forem, estes momentos definem quem nós somos. Em segundo lugar, os momentos decisivos mostram aos outros quem realmente nós somos. Na maioria dos dias podemos usar uma máscara, mas nos momentos decisivos não podemos. A nossa imagem não significa nada nesses momentos, nem as nossas ligações ou resoluções. Não temos tempo para camuflar as nossas emoções. O que realmente está dentro de nós é revelado a toda a gente. enquanto líder, os momentos dizem às pessoas que nos seguem quem realmente nós somos, o que defendemos e a razão pela qual estamos a liderar. Se soubermos lidar bem com ele, um momento decisivo pode unir líderes e seguidores para o resto da vida. se for mal gerido, pode ser o fim da nossa capacidade de liderar. Em terceiro lugar, os momentos decisivos determinam em quem nos tornaremos. Nunca mais seremos as mesmas pessoas depois de um desses momentos. Isto porque os momentos decisivos não são normais, e o que é "normal" não funciona nestas alturas. Os momentos decisivos são intersecções nas nossas vidas que nos dão oportunidades para virar, mudar de direcção e procurar um novo destino. Apresentam acções e oportunidades. Nestes momentos temos de escolher. E a escolha que fizermos definir-nos-á!

sábado, 12 de abril de 2014

PENSA COMO UM AGRICULTOR

Nunca veremos um agricultor recusar-se a plantar sementes e depois ficar à espera da colheita. Da mesma maneira podemos ir à Igreja regularmente, sermos bons chefes de família, ter o nosso tempo devocional diariamente e compartilhar a tua fé com os outros, mas nunca terás uma colheita de almas sem plantar primeiro. Isto porque a lei do plantio e da colheita foi implantada na Criação (Génesis 8:22).
E há algo mais que um agricultor nunca fará: ele não comerá a semente que deveria estar a plantar. Ele sabe que deve começar com a sua semente, não com a sua necessidade, se quiser colher. Alguns de nós aproximamo-nos de Deus do ponto de vista da necessidade. “Não posso dar para a obra do Senhor porque tenho contas a pagar.” É como se um agricultor dissesse: “Não posso plantar esta semente ainda que ela possa dar uma boa colheita, porque estou com fome agora.” É aí que a nossa fé deve ser activada. Quando um agricultor planta a sua semente ao invés de comê-la, isso é um acto de fé de que a sua semente se transformará numa colheita.

Entretanto ele não terá a sua colheita imediatamente. Ele deve esperar pela estação certa. Mas se estamos a colocar a nossa fé numa lei infalível que Deus colocou no Universo, estamos certos. Quando damos estamos a demonstrar fé na Palavra de Deus. Quando Ele diz para semearmos abundantemente, a nossa disposição ou relutância em obedecer ao que Ele diz, irá demonstrar-nos se temos as promessas de Deus em alta estima ou não!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

DEUS E O NOSSO DINHEIRO

 Na Bíblia está escrito: "E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro..." (Marcos 12:41). Tenta responder honestamente a esta questão: "Será que as minhas ofertas mudariam se fosse o Senhor Jesus a passar o cesto da oferta ou me observasse a passar o cheque?" Na verdade, Ele faz isso. Cada vez que Deus nos pede para dar, observa a nossa obediência, a nossa consistência e a nossa generosidade, ou a falta dela. Ele não nos analisa olhando para o quanto damos, mas para o que temos e quanto é que guardamos. É por isso que Ele disse: "Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." Então, uma vez que todos os investimentos humanos estão destinados a esfumar-se, menos o investimento no Reino de Deus, não é difícil descobrir onde é que devemos investir, certo? No entanto, quantos de nós não se sentiram mais excitados com uma casa de sonho aqui na Terra do que com uma casa eterna no Céu? É por isso que Deus desafia continuamente as nossas prioridades e os nossos valores. Alguma vez reparaste quantas pessoas ditas crentes se apressam a fazer doações para a obra do Senhor na véspera da sua partida para a eternidade? Muito poucas, infelizmente! Agradecemos a Deus por aquilo que temos, mas será uma atitude mais sábia da nossa parte oferecer as nossas dádivas enquanto vivemos e experimentar a bênção de termos o nosso dinheiro espalhado pelo Reino de Deus, enquanto podemos desfrutar disso. Se queres saber o que realmente é importante para ti, analisa com sinceridade o que fazes com o teu dinheiro!

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