quinta-feira, 16 de agosto de 2018

TENS PROCURADO?


É difícil imaginar circunstâncias mais humildes do que aquelas que rodearam o nascimento de Jesus. Max Lucado, desenha-nos esta imagem: “O estábulo cheira mal, o chão é duro. Teias de aranha cobrem o tecto e um rato, corre pelo chão, Maria olha para a face do seu filho. O Seu Senhor. Sua Majestade. Neste momento, o ser humano que melhor compreende quem é Deus, e o que Ele está a fazer, é uma adolescente num estábulo mal cheiroso. Ela lembra-se das palavras do anjo "O Seu reino será eterno". Majestade no meio da Terra.
Santidade na imundície do estrume e do suor. A Divindade entrando no mundo no chão de um estábulo.
Este bebé já dominou o Universo. Os Seus mantos de eternidade foram trocados pelos trapos que O mantêm quente. O Seu trono dourado foi trocado por um curral de ovelhas. Anjos adoradores substituídos por pastores. Entretanto, a cidade adormecida não tem consciência que Deus visitou o seu planeta. O dono da hospedaria nunca acreditaria que tinha acabado mandar Deus para o frio. E as pessoas zombariam de qualquer pessoa que lhes dissesse que O Messias descansava nos braços de uma adolescente na periferia da sua cidade.
Todos estavam demasiado ocupados para considerarem a possibilidade. Mas aqueles que perderam a chegada de Sua Majestade naquela noite, perderam-na não por de actos de malícia ou de maldade, mas perderam-na porque não estavam a olhar para Ele.”

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

"...TENHO SEDE..."


Todos nós, de uma forma ou de outra já experimentámos ter sede. Mas seja qual for o tipo de sede que já experimentámos, abrasadora, debilitante, etc., não pode ser comparada à sede da crucificação, que foi um longo processo de desidratação (João 19:28).
A começar no Getsémani, onde o Senhor Jesus suou a ponto de derramar gotas de sangue (Lucas 22:44), passando pela prisão e pelos julgamentos, primeiro diante de Anás e Caifás (João 18:13,24), depois perante Pilatos e Herodes (Lucas 23:1-8). Tudo isto com açoites, escárnio, zombaria e ainda a obrigação de carregar a cruz! Um sofrimento desta natureza esgotou com certeza todos os líquidos do Seu corpo. E há a acrescentar as horas que Ele ficou pendurado na cruz sem ter acesso a qualquer líquido!
Como é possível que o Criador dos rios e dos mares tivesse os lábios ressequidos?! Como é possível que o Omnipotente estivesse sedento? Como é possível que Aquele que acalmou o mar com as Suas palavras ansiasse por algumas gotas de refrigério?
Ele que se recusou a transformar pedras em pão quando estava faminto no deserto, agora na cruz, recusava-Se a criar água para matar a sede!
Ele já nos tinha ensinado como viver, agora, na cruz, ensina-nos como morrer!
As gotas que Ele ansiava tornaram-se rios de benção para nós!
A Sua sede não era apenas o desejo de beber água. Mas expressava o Seu anseio de tornar a ter comunhão com o Pai, após as horas terríveis de separação (“Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por Ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; Quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?” Salmo 42:1,2).
Ele teve sede para que fossemos salvos da sede eterna!
Um dos primeiros sinais de vida é a sede. Todos nós nascemos sedentos. Mas, assim como entramos neste mundo trazendo connosco a sede física, também trazemos a sede espiritual embutida na nossa alma.
Mas a questão não é se temos sede, pois todos temos, mas sim até quando teremos sede.
O último convite que aparece na Bíblia é este: “E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve diga: Vem. E quem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida.” Apocalipse 22:17

sábado, 4 de agosto de 2018

QUEM DIZEIS QUE EU SOU?


O Senhor Jesus foi Aquele que causou uma grande revolução nas nossas vidas!
Foi Ele que despertou o ânimo e o sentido da nossa vida. Ensinou-nos a amar a verdade e a sermos fieis à nossa consciência.
É Ele que nos ensina contra o individualismo e a agressividade. Leva-nos a pensar na brevidade da vida e a buscar aquilo que transcende o tempo (a eternidade).
É Ele que agita os nossos corações. Ele é para nós a Luz do mundo. Brilha onde a luz do sol nunca penetra. Lança fora todos os nossos temores e enche-nos de esperança quando estamos abatidos.
Ele faz-nos perceber que a vida humana, embora seja bela, se evapora como uma gota de água no calor do dia. Ele faz-nos “ver” um mundo que ultrapassa a esfera material, além dos limites físicos.
Ele não quer que deixemos de ser ambiciosos, mas que ambicionemos acumular um tesouro que a traça não corrói e nem os ladrões roubam!
Ele foi Aquele que não usou violência com os Seus inimigos, deixou que o humilhassem, ficou em silêncio no auge da Sua dor…POR AMOR A NÓS!
Ele é Aquele que nós queremos a reinar no nosso coração, pois só Ele nos pode ensinar a vivermos a nossa curta vida aqui.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

PACIÊNCIA

Por natureza não somos muito pacientes. Tendemos a ser refilões, apressados e a ultrapassar tudo e todos. Robert Levine inventou uma palavra a que chamou "honko-second". É o tempo entre o momento que o semáforo muda e a pessoa atrás de nós buzina. Por vezes, esperar é a coisa pior que nos podem pedir. Só no Velho Testamento, é-nos ordenado quarenta e três vezes "espera no Senhor!" Aprender a esperar bem é um teste de maturidade. Scott Peck escreveu: "A gratificação retardada é um processo de programar a dor e o prazer da vida de tal maneira que reforça o prazer satisfazendo e experimentando primeiro a dor e ultrapassando-a depois. É a única forma decente de viver". Esperar obriga-nos a reconhecer que não estamos no controle das coisas. Humilha-nos na medida em que precisamos de ser humilhados.
Veja-se o que acontece com o trapezista. Por um momento, que deve assemelhar-se à eternidade, fica suspenso no vazio. Não pode voltar para trás, mas é demasiado cedo para ser agarrado por quem o irá segurar. Tem de esperar com confiança absoluta. Se não o fizer, poderá morrer. Neste exacto instante, podes estar a viver um momento muito vulnerável. Tens de fazer o que Deus te ordenou, mas ainda não consegues sentir a Sua mão a segurar-te. Moisés esperou 80 anos por um ministério que durou 40 - dois terços da sua vida foram gastos a preparar-se! A tua vida não é medida pela sua extensão, mas pela sua eficácia e pelo impacto para com Deus. Por isso, espera, que Deus não te irá desapontar.

sábado, 21 de julho de 2018

O VALOR DO TEMPO


Todos vivemos confinados pelo tempo (Eclesiastes 3:1): 60 segundos num minuto, 60 minutos numa hora, 24 horas num dia, sete dias numa semana, 365 dias (ou 366) num ano. Não importa o que façamos, não podemos escapar da influência do tempo. Com frequência presumimos que o tempo está ao nosso dispor. Mas vejamos uma perspectiva contundente sobre o valor do tempo:
Ø Para conhecer o valor de 1 ano, perguntemos a um estudante que não passou de ano lectivo.
Ø Para conhecer o valor de 1 mês, perguntemos a uma mãe que deu à luz um bebé prematuro.
Ø Para conhecer o valor de 1 semana, perguntemos a um editor de um jornal semanal.
Ø Para conhecer o valor de 1 dia, perguntemos a um trabalhador contratado por um dia e que tem dez filhos para alimentar.
Ø Para conhecer o valor de 1 hora, perguntemos a um casal de namorados que esperam para se encontrar.
Ø Para conhecer o valor de 1 minuto, perguntemos a uma pessoa que perdeu o comboio, o autocarro ou o avião que o levaria a um lugar importante.
Ø Para conhecer o valor de 1 segundo perguntemos a uma pessoas que sobreviveu a um choque frontal numa colisão de carros.
Ø Para conhecer o valor de 1 milésimo de segundo, perguntemos a um atleta que ganhou “apenas” a medalha de prata, nos Jogos Olímpicos, por terminar em segundo lugar.

A importância das virtudes relacionadas com o tempo, como a prontidão e o sentido de oportunidade, variam de uma cultura para a outra.
Mas vivamos em que lugar for, algumas realidades sobre o tempo afecta-nos a todos. O tempo não pode ser poupado! Não podemos comprar tempo adicional. Cada um de nós tem apenas 24 horas num dia. Todos nós temos um tempo finito de dias para viver sobre esta Terra (“A duração de uma vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam aos oitenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos.” Salmo 90:10). Por esta razão façamos o que fizermos, gastemos o tempo da maneira que gastarmos deveríamos ter sempre em mente que precisamos de ser cuidadosos com o tempo que temos, porque uma vez perdido, o tempo não pode ser recuperado (“Remindo o tempo, porquanto os dias são maus. Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.” Efésios 5:16,17).
O Senhor Jesus foi O único que teve sempre o tempo controlado. Ele era Senhor do Seu tempo (“Disse-lhes pois Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto.” João 7:6).
Nós não sabemos quando vai ser o nosso último ano, o nosso último mês, a nossa última semana, o nosso último dia, a nossa última hora, o nosso último minuto, o nosso último segundo, ou até o nosso último milésimo de segundo. Mas sabemos que, se estivermos preparados, seja em que altura for, iremos para a glória! (1Tessalonicenses 5:1-10).
Para conhecermos melhor o Valor do Tempo, precisamos de fazer a nós próprios uma pergunta: “Que tenho feito com Jesus?” Eu penso que esta é uma excelente pergunta, porque grande parte do que fazemos em cada dia, consiste em actividades que têm pouca ou nenhuma consequência eterna (“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da Terra. Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.” Colossenses 3:1-3).
A utilização mais produtiva do tempo que temos, requer mais atenção da nossa parte para as coisas de Deus e menos para as coisas do mundo (“Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6:33).

quinta-feira, 12 de julho de 2018

NASCER DE NOVO


Há um provérbio popular que diz o seguinte: “Até mesmo o terreno mais fértil permanece estéril se nenhuma semente for lançada nele.”
         Aparentemente Nicodemos não sabia disso. (João 3:1-7). Ele pensava que a terra podia gerar frutos sem que fossem lançadas as sementes. Ele era muito sábio nas questões, mas descuidado com a semente. Era um legalista. É assim que os legalistas pensam: Preparam a terra, mas esquecem-se da semente. Os fariseus achavam que a fé era uma obra exterior. Mediam a espiritualidade das pessoas pelo título que elas possuíam, pelo som das orações, pelo montante das ofertas. Se eles fossem agricultores, certamente teriam as terras mais atraentes, o melhor equipamento, a terra lavrada e arada. Discutiriam sobre as melhores técnicas para lançar adubo, etc. Mas eles teriam um problema: Discutiriam muito sobre técnica, porém colheriam pouco fruto!
         Porque em tão pouco tempo, um galileu tinha gerado mais fruto do que todos os fariseus de uma geração inteira. Isso fez com que eles ficassem chateados e decidiram ignorar os Seus resultados e insultaram os Seus métodos. Com excepção de Nicodemos.
         Ele não era só curioso. Ele estava perturbado. Perturbado pela maneira como as pessoas davam ouvidos ao Senhor Jesus.  
         Nicodemos foi atraído a Jesus, porém ele não queria que o vissem junto com o Senhor, por isso encontrou-se com Ele de noite. Faz sentido. O legalismo não oferece luz alguma.
         Nicodemos começa com cortesias (vs.2), mas o Senhor desconsidera o elogio (vs.3). Nada de conversa que interesse. Jesus vai directo ao assunto. Direito ao coração. Direito ao problema. O Senhor sabe que o coração do legalista é duro e por isso começa a martelar:
- Não podes ajudar um cego acendendo uma luz.
- Não podes ajudar um surdo aumentando o volume da música.
- Não podes mudar o interior decorando o exterior.
- Não podes colher fruto se não semeares.
         Nicodemos, precisas de nascer de novo!!!
O encontro do Senhor Jesus com Nicodemos foi mais do que um encontro entre duas figuras religiosas. Foi uma colisão entre duas visões diferentes da salvação. Nicodemos pensava que a pessoa fazia a obra. O Senhor Jesus dizia que Deus é quem faz a obra. Nicodemos pensava que tudo era uma troca. O Senhor dizia que era um presente. Nicodemos pensava que o homem deveria merecê-la. O Senhor dizia que o homem deveria aceitá-la.
Depois de passar a sua vida a estudar as Escrituras na base da lógica, o mestre fariseu fica repentinamente calado quando o Senhor abre a porta da graça e a luz desta graça invade a escuridão do seu coração!
Imagino Nicodemos com vontade de fazer esta pergunta: “Qual a motivação que está por detrás disto?” O Amor! (João 3:16).
Ele nunca ouvira tais palavras. Ele já tinha participado em muitos debates sobre salvação. No entanto, esta é a primeira na qual nenhuma regra foi estabelecida, nenhum código, nem ritual. Apenas: “Todo aquele que crer terá a vida eterna.
Mesmo na mais escura das noites podia-se ver o assombro na cara de Nicodemos: “Todo aquele que crer?” Mas não é todo aquele que alcança? Todo aquele que é bem-sucedido? Não! “Todo aquele que crê!

terça-feira, 10 de julho de 2018

DESCANSAR NO SENHOR


Quando foi a última vez que descansamos no Senhor? Quando foi que nós descansamos de verdade, onde nenhuma situação ou circunstância nos tirou daquele estado de profunda dependência e confiança em Deus?
Infelizmente o que acontece connosco é que raramente descansamos plenamente em Deus, tendo a certeza de que Ele estará cuidando integralmente das nossas vidas. Temos a tendência de querermos tomar as rédeas nas nossas mãos. Descansar em Deus é algo muito difícil, e o facto de nós não descansarmos n’Ele muitas vezes faz-nos perder o sono. Por isso vamos ver 3 tipos de Insónias que não nos deixam descansar plenamente em Deus.
1. Insónia da Ansiedade (1Pedro 5:7)
Possivelmente os leitores desta carta de Pedro estavam enfrentando algumas desavenças no que diz respeito ao relacionamento dos jovens para com os mais idosos desta igreja. É possível que os jovens estavam tendo urna atitude de exaltação e insubmissão perante os líderes daquela igreja. E então neste texto o Apóstolo Pedro está exortando os jovens de que estes tenham uma atitude de humildade diante dos mais idosos, o que certamente levaria Deus a exaltá-los no devido tempo (vs.5,6), e também que todos lançassem sobre Deus toda a ansiedade que eles estavam sentindo ou passando.
A idéia de lançar sobre Deus a nossa ansiedade é nós transportarmos um sentimento particular para Ele. E o versículo diz para lançarmos sobre Deus TODAS as nossas ansiedades, não apenas algumas ou aquelas que definitivamente estão fora do nosso controlo. É TODAS!
2. Insónia da Angústia (Salmo 42:5)
Este Salmo é um salmo didáctico, e o que se esperava de um salmo didáctico é que o seu autor esteja ensinando e incentivando os seus leitores a uma mudança de atitude em relação a algo de errado que estavam cometendo,
Este Salmo ensina-nos a esperarmos e descansarmos no Senhor, pois Ele é o nosso auxílio e o nosso Deus,
A palavra abatida tem vários significados, mas os que mais se encaixam aqui com este texto são: desesperado, enfraquecido, debilitado, cansado e deprimido,
Quando os filhos de Coré escreveram este salmo eles encontravam-se nestas situações. Eles desejavam o descanso do Senhor, pois encontravam-se exilados, o que fazia que eles estivessem longe do Templo do Senhor. Só o Senhor os poderia livrar da angústia em que se encontravam.
3. Insónia da Amargura (Hebreus 12:14,15)
O contexto imediato destes versículos está tratando a respeito da disciplina que Deus aplica sobre os Seus filhos, com o propósito de promover o arrependimento e a restauração. E logo após falar a respeito da disciplina de Deus, o autor da carta incentiva os seus leitores a seguirem mutuamente a paz buscando a santificação.
E por incrível que pareça o autor logo em seguida diz que não pode haver nenhuma raiz de amargura (ódio) no meio desta comunidade cristã, ou num grupo de pessoas que se dizem crentes, pois esta raiz de amargura levaria outras pessoas a contaminarem-se.
Eu creio que, se numa igreja existem membros que não se relacionam frequentemente no amor de Cristo uns com os outros, esta igreja dificilmente irá caminhar rumo à sua santificação e glorificação. Uma igreja só cresce mutuamente se o seu corpo estiver em total ajuste de acordo com a comunhão mútua e com o Senhor.
Conclusão: Para desenvolvermos urna dependência em Deus, precisamos aprender a entregar e depositar nas Suas mãos toda a nossa ansiedade, angústia e toda a amargura que possa haver nos nossos corações.
Se a ansiedade nos tomou, a angústia nos perturba e a amargura nos endurece, é tempo de depender de Deus, pois a vitória será Ele que nos irá conceder, e só assim é que nós de facto descansaremos no Senhor (Salmo 4:8).

A PALAVRA de DEUS



No Salmo 1, Davi escreveu que a pessoa que medita na Palavra de dia e de noite torna-se como uma árvore firmemente plantada junto a ribeiros, e tudo nela será prosperidade. Ser firmemente plantado é ser estável. Cada um de nós pode ser estável, e tudo o que fizermos pode prosperar. O caminho é meditar na Palavra de Deus (“…e na sua lei medita de dia e de noite.”).
Meditar na Palavra significa trazê-la sempre à nossa mente, ponderar e pensar a respeito dela, como o Senhor ordenou a Josué (1:8): “Não se aparte de ti o livro desta Lei, antes medita nele de dia e de noite…”
Em Isaías 55:11, o Senhor promete: “Assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.”
Em 2Coríntios 3:18, o Apóstolo Paulo diz que ao contemplarmos a glória do Senhor, na Sua Palavra, somos transformados (“…de glória em glória…”). Parte de contemplar a glória do Senhor consiste em conhecer o glorioso plano que Ele tem para nós e crer nisso.
Deus ama-nos e tem um plano perfeito e glorioso para a nossa vida. No primeiro capítulo da epístola aos Efésios, Paulo diz que Deus delineou todo o plano da salvação por intermédio de Cristo para satisfazer o intenso amor com que Ele nos amou. Isso significa que por causa desse amor Ele planeou uma vida maravilhosa e gloriosa para nós. Precisamos de crer nisso e confessar essa verdade.
O papel de satanás é tentar minar o plano de Deus para a nossa vida. Ele trabalha para que sintamos indignos. Porquê? Porque ele quer que nós não creiamos que somos intensamente amados por Deus. O diabo sabe que, ao ouvirmos a Palavra de Deus frequentemente e permitir que ela se torne parte da nossa vida e do nosso sistema de pensamento, isso vai-nos transformar, e ele não quer que isso aconteça.
  Crer no que Deus diz sobre nós muda a nossa atitude e a nossa opinião a respeito de nós mesmos.
Pergunta a ti mesmo: “O que penso de mim mesmo?” “Qual é a minha opinião a respeito de mim mesmo?” E em seguida, pensa: “O que Deus pensa de mim?” “Qual é a Sua opinião a meu respeito?”
O que Ele pensa de cada um de nós encontra-se na Sua Palavra. Talvez o inimigo te tenha mentido durante toda a tua vida, e tu acreditaste nele. Agora é tempo de acreditar em Deus!
Em João 17:17, o Senhor disse que a Palavra de Deus é a Verdade (“Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a Verdade.”). E em João 8:32, Ele disse que a verdade nos libertará (“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”).
Não somente a Palavra de Deus, mas, também, a Palavra da Verdade nos libertará, mas também mudará a nossa aparência e a nossa natureza. Eis porque precisamos de ouvi-la, lê-la, estudá-la e meditar sobre Ela, permitindo que ela entre dentro de nós.
Em Cristo podemos ser confiantes, alegres, mais que vencedores, fieis, amigos de Deus e alguém que pode estar na Sua presença!
Confessemos a respeito de nós mesmos o que Deus diz de nós na Sua Palavra. À medida que fazemos isso, Deus começará a trabalhar na tua vida. Ele curará o teu coração ferido, quebrantado, transformando-te num amigo fiel, que ama ao Senhor e a quem Ele também ama muito.
Sim, Deus quer mudar o nosso carácter, a nossa vida. Deus ama-nos. Cada um de nós é uma pessoa especial para Ele. O inimigo não quer que nos sintamos amados, mas Deus sim!
Deus nos abençoe na medida que nós aprendermos a declarar a Sua Palavra, que não voltará para Ele vazia, mas cumprirá a vontade e o propósito divino na nossa vida!

A ORAÇÃO TEM CONDIÇÕES


  Mateus 21:22; João 16:24; Tiago 4.2
À primeira vista (leitura) quando lemos estes versículos "parece" que a oração tem sempre uma resposta certa e infalível. Contudo vemos tão poucas orações a serem respondidas positivamente. E porquê? Simplesmente porque as condições impostas por Deus não são respeitadas. Todas as promessas de Deus são garantidas, mas sob certas condições.
- A oração tem de ser acompanhada de fé (Mateus 21:21; Hebreus 11:6).
- É essencial estar em Cristo (João 15:7; 1João 3:18).
- Temos de crer (Marcos 9:23)

A ORAÇÃO DO JUSTO


A Oração do justo pode:
- Esclarecer a vontade de Deus para Ele (Salmo 32:6-8; Provérbios 3:5,6)
- Levar os perdidos de volta a Cristo (Tiago 5:20)
- Proporciona cura (Romanos 14:1; Tiago 5:15)
- Dá livramento nas aflições (Filipenses 1:19)
- Dá compreensão na provisão de Cristo por nós (Efésios 1:16-19)
- Leva à comunhão com Deus (Mateus 6:9)
Conclusão: A oração é o elo de ligação que carecemos para recebermos as bênçãos de Deus, o Seu poder e o cumprimento das Suas promessas.

terça-feira, 3 de julho de 2018

A CRUZ DE CRISTO


Há uma história sobre um peregrino que ia para a Terra Prometida. Ele levava a cruz do seu mestre, fardo que carregava com alegria. No entanto, logo notou que quanto mais andava mais a cruz se tornava pesada. Sentindo-se cansado, sentou-se e reparou que havia um lenhador ali perto. E pedi-lhe para usar o seu machado, para encurtar a cruz, e assim fez.
Logo se fez ao caminho, andando agora mais rapidamente. A cruz estava mais curta, e o seu fardo mais leve. Mais à frente avistou a Terra Prometida. Mas ao aproximar-se apercebeu-se que havia um profundo abismo que o separava do outro lado. Então decidiu usar a cruz para tentar transpor o abismo. E embora tentasse tudo o que era possível para colocar a cruz sobre o profundo abismo, faltava-lhe o exacto comprimento que ele tinha cortado! Naquele momento o peregrino acordou. Era tudo um sonho! E, com os olhos cheios de lágrimas abraçou a cruz junto ao peito. A cruz estava tão pesada como antes, mas ele agora a suportava com a maior alegria. E prometeu a si mesmo que a suportaria por todo o caminho até à Terra Prometida!
É claro que não entraremos no céu por carregar uma pesada cruz, mas por confiar que somente o Senhor Jesus Cristo é capaz de nos dar a salvação. Mas ao sermos salvos, somos chamados para carregar a nossa cruz (“E dizia a todos: Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-Me.” Lucas 9:23), e quanto mais leve a nossa cruz, mais fraco será o nosso testemunho.
Quanto melhor compreendermos o que a cruz significou para o Senhor Jesus, melhor compreenderemos o que ela deve significar para nós. Devemos aprender que para Ele a cruz significou algo completamente diferente dos conceitos sentimentais que muitas vezes acompanham o símbolo usado em muitos lugares.
Se olharmos cuidadosamente para a cruz de Cristo vamos nos ver a nós mesmos, com todas as nossas necessidades, pecados e enganos. Felizmente, é na cruz de Cristo que Deus opta por retirar a Sua ira de todos aqueles que crêem que Jesus Cristo levou sobre Si todos os pecados (“Havendo riscado a célula que era contra nós nas Suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.” Colossenses 2:14).
Ninguém experimentará o favor eterno de Deus se se desviar da cruz de Cristo. A cruz é a dobradiça sobre a qual gira a porta da História da Humanidade. Os profetas do Antigo Testamento apontaram para ela. Os discípulos do Novo Testamento a proclamaram. A cruz é o cerne da mensagem da Igreja e o coração do nosso poder para combater as trevas.
Não existem últimas palavras tão importantes quanto as proferidas pelo Senhor Jesus na cruz (“”Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.” Lucas 23:34). As Suas feridas não foram tratadas para que as nossas fossem. As Suas aflições foram imensas para que as nossas fossem levadas embora.
A cruz foi o maior acto de Deus para nos alcançar, e é aqui que nos identificamos mais intimamente com Cristo.
A cruz lembra que a nossa auto condenação tem um fim. Já não precisamos de ficar lembrando o passado, pois foi lá que fomos perdoados de todo o nosso passado!

quinta-feira, 28 de junho de 2018

É CHEGADA A HORA!


O Senhor Jesus Cristo sabia que o Seu comportamento, e o que anunciava, jamais seriam aceites. Devido à Sua fama e aos Seus atos, o povo queria aclamá-Lo Rei. Mas para espanto de todos, Ele dizia que o Seu reino não era deste mundo! (João 18:36). As pessoas obviamente não entendiam a Sua linguagem.
Morrer pela Humanidade era o Seu objectivo fundamental e nada o desviaria desse objectivo. Então porque motivo Ele suplicou ao Pai para que esse cálice se afastasse d’Ele?
Teve essa atitude porque assumiu a Sua condição de Homem! Se sofresse e morresse como Filho de Deus, jamais poderíamos extrair experiências d’Ele, pois somos pessoas frágeis, inseguras e com enormes dificuldades para lidar com as nossas misérias; mas como morreu como o Filho do homem, podemos extrair do Seu sofrimento profundas lições de vida.
Naquele momento chegou a proferir uma frase esclarecedora: “…na verdade o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” (Mateus 26:41).
O Seu ser interior, o Seu espírito estava preparado para morrer, pois era forte, estável e determinado. Porém, o Seu exterior, a Sua carne, era débil, frágil, fraca e sujeita a transtornos como qualquer ser humano.
É tremendo pensarmos que o Senhor Jesus, Homem, teve a coragem de dizer que estava profundamente angustiado e que teve a grandeza de clamar a Deus Pai que afastasse d’Ele o Seu martírio. Alguns gostam de ser “deuses”, mas o Filho de Deus, gostava de ser Homem!
As Suas palavras revelam que não representava uma peça, mas queria ser Ele mesmo. O Senhor Jesus era tão grande e desprendido que não tinha necessidade de simular o que sentia.
Submeteu-Se ao Pai, não por imposição d’Ele, mas por Amor. Um amor que excede o entendimento! A vontade do Pai prevaleceu sobre a vontade do Filho. O Filho compreendeu que o cálice seria inevitável, por isso rendeu-Se à vontade do Pai. Ele não teve a Sua vontade atendida pelo Pai, mas mesmo assim orou. Porquê?
Porque aquele diálogo com o Pai sustentou-O. Irrigou a Sua alma com esperança, renovou-Lhe as forças para quando…chegasse aquela hora! João 12:23.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

VIDA FORA DE ORDEM


Um homem que gostava de ordem saiu percorrendo o mundo à procura daquele, entre todos os lugares, que se destacasse pela mais meticulosa ordem.
Entrando num quartel militar, o homem olhou à sua volta e viu tudo arrumado; a relva cortada, as paredes pintadas, o chão limpo; tudo em boa ordem, como é próprio do carácter militar. Apenas desgostou ao homem notar que a maior parte dos soldados não tolerava aquela ordem rígida, mantendo-se ocultamente muitos hábitos desordenados. E foi-se um pouco decepcionado.
                Noutro lugar, visitou uma grande empresa e também se entusiasmou com o que viu. Tapetes lindos dispostos pelo chão, aparelhos funcionando às mil maravilhas, os wc’s cheirando a perfume…tudo muito arrumado, menos o sector das máquinas, onde os detritos da matéria-prima e coisas fora do lugar destoavam do restante da fábrica. Para produzir era preciso uma certa ordem.
                Assim se foi desiludindo o nosso homem. Por fim, entrando um dia num cemitério, exclamou ele, como quem descobre o que procurava:
                “Eis o que sempre busquei! Eis a ordem perfeita!”
                De facto, no cemitério reina extraordinária ordem. Os corpos ali enterrados nem por um momento causam qualquer estorvo. Tudo está ali no seu lugar; só que não há vida no cemitério!
                O apego às formas pode fazer do culto cristão um cemitério. Talvez tudo esteja em ordem: As pessoas todas presentes. A Bíblia é lida, as pessoas oram, os músicos tocam…tudo vai bem…só não há vida!
Onde existe vida, há sempre coisas um pouco fora de ordem!
Talvez cheguemos aos cultos com uma ideia já formada de como o culto vai decorrer, como cada um se deve comportar, etc. Tudo isso é como ordem no cemitério. Perdemos a habilidade de sermos guiados pelo Espírito de Deus. O que mais precisamos é ser “carregados” pelo Espírito de Deus de uma maneira viva!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

A MENTE de CRISTO


Paulo diz haver dois tipos de pessoas: As naturais e as espirituais. Está completamente fora das possibilidades do homem natural compreender o Espírito, pois só quem tem a mente purificada pode fazê-lo (1Coríntios 2:14-16).
Assim o Espírito Santo, na altura da salvação, toma posse do crente, e este passa a possuir a "mente de Cristo". O homem que possui o Espírito Santo participa daquilo que é divino (Hebreus 3:14;12:10; 2Pedro 1:4).
Paulo fez uma afirmação ousada: "Nós temos a mente de Cristo". Por esta razão, o homem espiritual não vê as coisas da perspectiva do mundo, mas do ponto de vista de Deus (Ezequiel 40:4; 44:5).
Que acontece então quando se tem a mente de Cristo?
- Temos um maior desejo de sermos santificados
Certamente que ao desejarmos ser mais santos o nosso maior obstáculo é a nossa vontade própria não dominada, pois uma vida santificada significa andar de acordo com a vontade de Deus (Hebreus 12:14; 1Pedro 1:15). Mas há uma tendência no nosso coração em buscarmos a nossa maneira própria de fazermos as coisas. É esse jeito próprio que atrapalha a nossa santificação (Eclesiastes 7:29; Romanos 3:11).
Em Isaías 53.6 está resumido como era o nosso estado. O problema todo está no egoísmo da nossa natureza. E isso não pode ser perdoado, tem de ser crucificado (Gálatas 2:20).
Pode ser mais claro o ensino sobre o que temos de fazer com o nosso ego?
Outro empecilho à nossa santificação é a desobediência (Efésios 2:2). Obediência ao Espírito é imprescindível para uma vida de santificação (Romanos 8:14).
- Quando se tem a mente de Cristo, há o desejo dominante de que o nome e a glória do Senhor sejam honrados na nossa vida
A nossa oração deve ser sempre "Pai-nosso, santificado seja o Teu Nome", acrescentando "seja qual for o preço a pagar".
Quem tem este sentimento vive para que Deus seja glorificado (1Coríntios 8:6; 2Coríntios 4:11). E para que isso aconteça, é preciso que Deus seja o Senhor da nossa vida! Significa submeter o controlo da nossa vida a Ele (João 6:28).
Mentimos tanto no dia-a-dia quando dizemos confiar em Deus e vivemos ansiosos, aflitos, alterados, amedrontados e culpados (Mateus 6:25). Mentimos quando cantamos, "quero ser um vaso de bênção..." desde que não atrapalhe o horário de ver televisão, de namorar, da telenovela, etc. Mentimos quando cantamos "em mim vem habitar, ó vem Jesus..." desde que os colegas de trabalho, da escola, não O vejam vivendo em mim. Mentimos quando cantamos "sonda-me, ó Deus, pois vês o meu coração..." e guardamos um lugar da nossa vida onde o Senhor não pode entrar (Mateus 5:37).
Os exemplos de cantarmos uma coisa e vivermos outra são quase infinitos, no entanto um crente com "a mente de Cristo" deseja que o nome do Senhor seja exaltado na sua vida em qualquer circunstância (Actos 16:23-25).
- Quando se tem a mente de Cristo, tem-se igualmente o desejo de ver todas as coisas do ponto de vista de Deus
Ou seja. Tudo o que fazemos, dizemos e, até, o que pensamos é avaliado pela escala de valores do nosso Deus. Avaliar as coisas corno Jesus as faria, se tivesse no nosso lugar, é sinal de uma vida que é dirigida pelo Espírito Santo (Romanos 8:14). A Bíblia classifica a mente humana (natural) de carnal (Colossenses 2:18), que significa que nesse estado não pode compreender as obras de Deus. A mente natural é vaidosa (Efésios 4:17), corrupta, contaminada (Tito 1:15). Por outro lado, a mente dominada pelo Espírito Santo é regenerada (Romanos 12:2; Efésios 4:23), quer dizer gerada outra vez, refeita.
Apesar do pecado, a Graça de Deus agiu e purificou a nossa mente porque as obras do diabo são destruídas (João 3:8). A mente espiritual é equipada por Deus (Hebreus 8:10).
 É o intenso desejo de tudo ver e avaliar como Deus faz, o indício claro da operação do Espírito Santo numa vida com a mente de Cristo.
- Quando se tem a mente de Cristo, prefere-se morrer do que viver erradamente
O crente que se preocupa demais com as coisas materiais olha a morte com terror no coração (Salmo 73:19). Quando passa a viver pelo Espírito, torna-se quase indiferente para com o que é terreno, e torna-se mais cuidadoso com a qualidade da sua vida espiritual (Salmo 104:33).
O Novo Testamento ensina que a direcção da vida está em Cristo (João 14:6). As nossas acções devem ser realizadas na base da vida nova dada por Cristo. Viver erradamente como crente tem tristes consequências (Provérbios 14:12).
 Deixamos de receber as bençãos celestiais por falta de desejá-las. Ninguém se torna espiritual por si mesmo, somente o Espírito Santo pode converter alguém numa pessoa espiritual. A nossa mente natural na Mente de Jesus Cristo!

sábado, 2 de junho de 2018

SALVOS PARA SERMOS LIVRES


A Casa de Deus deve ser um lugar onde as pessoas podem ser salvas e encontrar liberdade. Se não há grito de vitória, alegria de glória, poder libertador, ela deixou de ser a Casa de Deus. Deveria ser escrito na porta de entrada a palavra “ICABOD”, ou seja, “A glória se foi!” (1Samuel 4:21).
É triste, mas verdadeiro, que muitas pessoas irão morrer e irá para a eternidade sem jamais ter vivido de verdade. A maioria das pessoas simplesmente suporta a vida. Sempre está faltando alguma coisa.
Cristo não nos salvou para nos deixar presos, mas para nos libertar (“O Espírito do Senhor é sobre mim…para apregoar liberdade aos cativos…e a pôr em liberdade os oprimidos…” Lucas 4:19).
O Senhor Jesus estava dizendo que a “A minha missão na Terra é libertar vidas atrofiadas.” Libertar quer dizer livrar de toda a escravidão; remover tudo o que oprime.
O Apóstolo Paulo também pregou que Cristo veio para que todos tivéssemos uma vida liberta:
Cristo nos libertou para que sejamos de facto livres. Estai, pois, firmes, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da escravidão.” (Gálatas 5:1)
Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade…” (Gálatas 5:13).

Porque é que milhares de israelitas morreram no deserto, depois de viverem quarenta anos terríveis na desolação, quando poderiam entrar directamente na terra que manava leite e mel, e tudo o que era preciso para tornar a vida bela? Porque ficaram vagueando sem rumo em tendas, engolindo pó, quando poderiam ter possuído casas próprias em terras próprias?
A resposta é incrível: Era bom demais pra ser verdade!
Eles simplesmente não conseguiram crer que Deus os amava o suficiente para trocar o seu sofrimento, por uma vida tão maravilhosa. Eles tinham ficado tão acostumados com o penar, que achavam que a vida era mesmo assim.
Estamos nós prontos para crer no que o Senhor Jesus disse? Ou será que a incredulidade nos roubará as Suas promessas?
Ele disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” (João 10:10).
            O Senhor Jesus avisou-nos em termos que não deixam dúvidas: “Não temas, ó pequeno rebanho, pois a vosso Pai agradou dar-vos o Reino…” (Lucas 12:32).
            Isso quer dizer que daqui para a frente serei rico e que nada me faltará? Não é algo que nós possuímos dentro de nós, no nosso interior. É uma vida liberta, pois o Reino de Deus não é comida nem bebida…mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17).
            A nossa liberdade está onde o nosso coração está! (“Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o nosso coração.” Lucas 12:34).
            Queremos esta vida de liberdade? Então crê desesperadamente que Deus quer desesperadamente que tu a tenhas! Esta vida que o Senhor oferece é um presente feito de rectidão, alegria e paz no Espírito Santo!


sábado, 26 de maio de 2018

A ROCHA


Deus é fiel; Ele não vai deixar que sejamos tentados além do que podemos suportar. Mas quando estamos sendo tentados, Ele também irá fornecer uma saída para que possamos nos levantar (1Coríntios 10:12,13).
Este versículo nos encoraja a saber que somos capazes de resistir à tentação e a ficarmos forte. O versículo também nos adverte a não depender da nossa própria força, mas de Deus.
Em Mateus 7:24, Jesus diz: "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.”
O que esta passagem nos ensina é que se temos uma base forte, podemos construir qualquer coisa sobre isso.
Muitas vezes, podemos construir a nossa vida em torno de muitas coisas como amizades, dinheiro, popularidade e conquista, no entanto, elas serão sempre coisas que vão ter uma duração limitada.
A vitória sobre a tentação está em decidir em que Rocha estamos construindo a nossa vida! O Senhor Jesus advertiu: “…Não podeis servir a Deus e a Mamom.” (Mateus 6:24).