segunda-feira, 18 de junho de 2018

A MENTE de CRISTO


Paulo diz haver dois tipos de pessoas: As naturais e as espirituais. Está completamente fora das possibilidades do homem natural compreender o Espírito, pois só quem tem a mente purificada pode fazê-lo (1Coríntios 2:14-16).
Assim o Espírito Santo, na altura da salvação, toma posse do crente, e este passa a possuir a "mente de Cristo". O homem que possui o Espírito Santo participa daquilo que é divino (Hebreus 3:14;12:10; 2Pedro 1:4).
Paulo fez uma afirmação ousada: "Nós temos a mente de Cristo". Por esta razão, o homem espiritual não vê as coisas da perspectiva do mundo, mas do ponto de vista de Deus (Ezequiel 40:4; 44:5).
Que acontece então quando se tem a mente de Cristo?
- Temos um maior desejo de sermos santificados
Certamente que ao desejarmos ser mais santos o nosso maior obstáculo é a nossa vontade própria não dominada, pois uma vida santificada significa andar de acordo com a vontade de Deus (Hebreus 12:14; 1Pedro 1:15). Mas há uma tendência no nosso coração em buscarmos a nossa maneira própria de fazermos as coisas. É esse jeito próprio que atrapalha a nossa santificação (Eclesiastes 7:29; Romanos 3:11).
Em Isaías 53.6 está resumido como era o nosso estado. O problema todo está no egoísmo da nossa natureza. E isso não pode ser perdoado, tem de ser crucificado (Gálatas 2:20).
Pode ser mais claro o ensino sobre o que temos de fazer com o nosso ego?
Outro empecilho à nossa santificação é a desobediência (Efésios 2:2). Obediência ao Espírito é imprescindível para uma vida de santificação (Romanos 8:14).
- Quando se tem a mente de Cristo, há o desejo dominante de que o nome e a glória do Senhor sejam honrados na nossa vida
A nossa oração deve ser sempre "Pai-nosso, santificado seja o Teu Nome", acrescentando "seja qual for o preço a pagar".
Quem tem este sentimento vive para que Deus seja glorificado (1Coríntios 8:6; 2Coríntios 4:11). E para que isso aconteça, é preciso que Deus seja o Senhor da nossa vida! Significa submeter o controlo da nossa vida a Ele (João 6:28).
Mentimos tanto no dia-a-dia quando dizemos confiar em Deus e vivemos ansiosos, aflitos, alterados, amedrontados e culpados (Mateus 6:25). Mentimos quando cantamos, "quero ser um vaso de bênção..." desde que não atrapalhe o horário de ver televisão, de namorar, da telenovela, etc. Mentimos quando cantamos "em mim vem habitar, ó vem Jesus..." desde que os colegas de trabalho, da escola, não O vejam vivendo em mim. Mentimos quando cantamos "sonda-me, ó Deus, pois vês o meu coração..." e guardamos um lugar da nossa vida onde o Senhor não pode entrar (Mateus 5:37).
Os exemplos de cantarmos uma coisa e vivermos outra são quase infinitos, no entanto um crente com "a mente de Cristo" deseja que o nome do Senhor seja exaltado na sua vida em qualquer circunstância (Actos 16:23-25).
- Quando se tem a mente de Cristo, tem-se igualmente o desejo de ver todas as coisas do ponto de vista de Deus
Ou seja. Tudo o que fazemos, dizemos e, até, o que pensamos é avaliado pela escala de valores do nosso Deus. Avaliar as coisas corno Jesus as faria, se tivesse no nosso lugar, é sinal de uma vida que é dirigida pelo Espírito Santo (Romanos 8:14). A Bíblia classifica a mente humana (natural) de carnal (Colossenses 2:18), que significa que nesse estado não pode compreender as obras de Deus. A mente natural é vaidosa (Efésios 4:17), corrupta, contaminada (Tito 1:15). Por outro lado, a mente dominada pelo Espírito Santo é regenerada (Romanos 12:2; Efésios 4:23), quer dizer gerada outra vez, refeita.
Apesar do pecado, a Graça de Deus agiu e purificou a nossa mente porque as obras do diabo são destruídas (João 3:8). A mente espiritual é equipada por Deus (Hebreus 8:10).
 É o intenso desejo de tudo ver e avaliar como Deus faz, o indício claro da operação do Espírito Santo numa vida com a mente de Cristo.
- Quando se tem a mente de Cristo, prefere-se morrer do que viver erradamente
O crente que se preocupa demais com as coisas materiais olha a morte com terror no coração (Salmo 73:19). Quando passa a viver pelo Espírito, torna-se quase indiferente para com o que é terreno, e torna-se mais cuidadoso com a qualidade da sua vida espiritual (Salmo 104:33).
O Novo Testamento ensina que a direcção da vida está em Cristo (João 14:6). As nossas acções devem ser realizadas na base da vida nova dada por Cristo. Viver erradamente como crente tem tristes consequências (Provérbios 14:12).
 Deixamos de receber as bençãos celestiais por falta de desejá-las. Ninguém se torna espiritual por si mesmo, somente o Espírito Santo pode converter alguém numa pessoa espiritual. A nossa mente natural na Mente de Jesus Cristo!

sábado, 2 de junho de 2018

SALVOS PARA SERMOS LIVRES


A Casa de Deus deve ser um lugar onde as pessoas podem ser salvas e encontrar liberdade. Se não há grito de vitória, alegria de glória, poder libertador, ela deixou de ser a Casa de Deus. Deveria ser escrito na porta de entrada a palavra “ICABOD”, ou seja, “A glória se foi!” (1Samuel 4:21).
É triste, mas verdadeiro, que muitas pessoas irão morrer e irá para a eternidade sem jamais ter vivido de verdade. A maioria das pessoas simplesmente suporta a vida. Sempre está faltando alguma coisa.
Cristo não nos salvou para nos deixar presos, mas para nos libertar (“O Espírito do Senhor é sobre mim…para apregoar liberdade aos cativos…e a pôr em liberdade os oprimidos…” Lucas 4:19).
O Senhor Jesus estava dizendo que a “A minha missão na Terra é libertar vidas atrofiadas.” Libertar quer dizer livrar de toda a escravidão; remover tudo o que oprime.
O Apóstolo Paulo também pregou que Cristo veio para que todos tivéssemos uma vida liberta:
Cristo nos libertou para que sejamos de facto livres. Estai, pois, firmes, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da escravidão.” (Gálatas 5:1)
Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade…” (Gálatas 5:13).

Porque é que milhares de israelitas morreram no deserto, depois de viverem quarenta anos terríveis na desolação, quando poderiam entrar directamente na terra que manava leite e mel, e tudo o que era preciso para tornar a vida bela? Porque ficaram vagueando sem rumo em tendas, engolindo pó, quando poderiam ter possuído casas próprias em terras próprias?
A resposta é incrível: Era bom demais pra ser verdade!
Eles simplesmente não conseguiram crer que Deus os amava o suficiente para trocar o seu sofrimento, por uma vida tão maravilhosa. Eles tinham ficado tão acostumados com o penar, que achavam que a vida era mesmo assim.
Estamos nós prontos para crer no que o Senhor Jesus disse? Ou será que a incredulidade nos roubará as Suas promessas?
Ele disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” (João 10:10).
            O Senhor Jesus avisou-nos em termos que não deixam dúvidas: “Não temas, ó pequeno rebanho, pois a vosso Pai agradou dar-vos o Reino…” (Lucas 12:32).
            Isso quer dizer que daqui para a frente serei rico e que nada me faltará? Não é algo que nós possuímos dentro de nós, no nosso interior. É uma vida liberta, pois o Reino de Deus não é comida nem bebida…mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17).
            A nossa liberdade está onde o nosso coração está! (“Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o nosso coração.” Lucas 12:34).
            Queremos esta vida de liberdade? Então crê desesperadamente que Deus quer desesperadamente que tu a tenhas! Esta vida que o Senhor oferece é um presente feito de rectidão, alegria e paz no Espírito Santo!


sábado, 26 de maio de 2018

A ROCHA


Deus é fiel; Ele não vai deixar que sejamos tentados além do que podemos suportar. Mas quando estamos sendo tentados, Ele também irá fornecer uma saída para que possamos nos levantar (1Coríntios 10:12,13).
Este versículo nos encoraja a saber que somos capazes de resistir à tentação e a ficarmos forte. O versículo também nos adverte a não depender da nossa própria força, mas de Deus.
Em Mateus 7:24, Jesus diz: "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.”
O que esta passagem nos ensina é que se temos uma base forte, podemos construir qualquer coisa sobre isso.
Muitas vezes, podemos construir a nossa vida em torno de muitas coisas como amizades, dinheiro, popularidade e conquista, no entanto, elas serão sempre coisas que vão ter uma duração limitada.
A vitória sobre a tentação está em decidir em que Rocha estamos construindo a nossa vida! O Senhor Jesus advertiu: “…Não podeis servir a Deus e a Mamom.” (Mateus 6:24).

sábado, 19 de maio de 2018

COMO CRISTO TRATOU O SEU TRAIDOR


Antes de Cristo ser julgado, várias tentativas foram feitas para prendê-Lo, mas todas sem sucesso (“Procuravam pois prendê-lo outra vez, mas Ele escapou-se de suas mãos.” João 10:39).
Numa delas, os sacerdotes e os fariseus ficaram indignados com os soldados que voltaram de mãos vazias. Dessa vez, a frustrada tentativa não recaiu sobre o medo da reacção da população, que não aceitaria a prisão de Cristo, mas porque os soldados ficaram atónitos com as Suas palavras. Eles disseram aos sacerdotes que “Nunca homem algum falou assim como este Homem.” (João 7:46). Os sacerdotes, indignados com os soldados, os repreenderam e disseram que ninguém da cúpula judaica havia acreditado n’Ele, apenas os “incultos” (“Creu n’Ele porventura algum dos principais ou dos fariseus? Mas esta multidão, que não sabe a Lei, é maldita.” João 7:48,49). O que não era verdade, pois vários sacerdotes e fariseus admiravam e acreditavam em Cristo, mas tinham medo de declarar isso em público (“Apesar de tudo, até muitos dos principais creram n’Ele, mas não o confessavam…porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.” João 12:42,43).
Mas apesar de várias tentativas frustradas, chegou o momento de Ele ser traído, preso e julgado. Ele impressionou os soldados que o prenderam, por se entregar espontaneamente, sem qualquer resistência (“Sabendo pois Jesus todas as coisas que sobre Ele haviam de vir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais?” João 18:4).
Além disso, intercedeu pelos Seus discípulos que O acompanhavam, pedindo aos guardas que os deixassem ir (“Jesus respondeu: Já vos disse que sou eu; se pois me buscais a mim, deixai ir estes.” João 18:8). Assim, no momento da Sua prisão continuou a ter atitudes incomuns; ainda havia disposição n’Ele para cuidar do bem-estar dos Seus amigos.
Quando sofremos só temos disposição para aliviar a nossa dor, mas quando Jesus sofria ainda havia disposição n’Ele para cuidar dos outros. E não apenas isso. Na noite em que foi traído, a Sua amabilidade e gentileza eram tão elevadas que teve reacções impensáveis para com o Seu próprio traidor. Vejamos:
Cristo foi traído e preso no jardim do Getsémani. Era uma noite densa e Ele estava orando e esperando esse momento (“…Pai é chegada a hora…” João 17:1). Então, Judas aparece com um grande número de guardas. Cristo tinha todos os motivos para repreender e julgar Judas. Todavia, Mateus diz que, nesse momento de profunda frustração, Ele foi amável com o Seu traidor e chamou-lhe amigo, dando-lhe, assim, mais uma oportunidade para que ele se interiorizasse e repensasse no seu acto.
Judas, no momento antes, fez um falso elogio: “Eu te saúdo Rabi” (Mateus 26:49), e o beijou. Jesus, porém, lhe disse: “Amigo, a que vieste?” (Mateus 26:50). Aqui há algumas considerações a serem feitas. O facto de Judas beijar Cristo indica que Ele, Cristo, era amável demais. Judas, embora o estivesse traindo, sabia que Ele era amável, dócil e tranquilo (“Tomais sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração…” Mateus 11:29). Judas sabia que não era necessário o uso de nenhuma agressividade, nenhuma embosca ou armadilha para prendê-Lo. Um beijo seria suficiente para que Cristo fosse reconhecido e preso naquela noite.
Qualquer pessoa traída tem reacções de ódio e de agressividade. Por isso, para prendê-la são necessários métodos agressivos de segurança e contenção. Entretanto, Cristo era diferente. Judas sabia que Ele não reagiria, que não usaria qualquer tipo de violência e muito menos fugiria daquela situação, portanto bastava um beijo. Em toda a História da Humanidade, nunca alguém foi traído de maneira tão suave.
Cristo sabia que Judas o trairia (“Tendo Jesus dito isto, turbou-se em espírito, e afirmou, dizendo: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há-de trair.” (João 13:21), e estava aguardando por ele. Quando Judas chegou, Cristo não o criticou nem se irritou com Ele. Teve uma reacção totalmente diferente do nosso padrão de inteligência. O normal seria ofender o agressor com palavras e gestos diante do medo de ser preso. Porém, Cristo não teve essas reacções. Ele teve a coragem de chamar ao seu traidor amigo!
Perdemos com facilidade a paciência com as pessoas. Dificilmente agimos com tranquilidade quando alguém nos aborrece e nos irrita. Desistimos facilmente daqueles que nos decepcionam.
Judas desistiu de Cristo, mas Cristo não desistiu de Judas. Ele deu-lhe até ao último momento uma preciosa oportunidade para que ele reescrevesse a sua história.
Que amor é esse que irrigava as emoções de Cristo em ambientes desesperadores? Em que mesmo no ápice da Sua dor, chama ao Seu traidor de amigo e estimula-o a rever a sua vida? (“As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afogá-lo…” Cantares 8:7).
Nunca, na História, um traidor foi tratado de maneira tão amável e elegante! Cristo falava de um amor estonteante. Um amor que irriga o sentido da vida e o prazer da existência.
Um amor que se dá, que vence o medo, que supera as perdas, que transcende as dores, que perdoa (“Tudo sofre, tudo crê, tudo suporta.” 1Coríntios 13:7).
A uns Ele dizia: “Não chores”, a outros “Não temas” e ainda a outros “Tende bom ânimo”. Ele estava sempre animando, consolando, compreendendo e envolvendo as pessoas e encorajando-as a superar os seus temores, desesperos, fragilidades e ansiedades.
Somente o amor de Deus, expresso em Jesus Cristo, torna as pessoas insubstituíveis, especiais, ainda que não tenham status social ou cometam erros e experimentem fracassos ao longo das suas vidas.

A SEGUNDA MILHA


Os fariseus haviam imposto uma lei: “Devemos acompanhar somente outro fariseu, não devemos caminhar com os incrédulos.”
Mas o Senhor Jesus, entretanto, vai mais além, e ensina os Seus discípulos que ao serem solicitados por qualquer viajante a andar 1 milha (1.609 metros; a milha romana era de 1478 metros), devem estar dispostos e prontos para caminhar na sua companhia mais 1478 metros (+ 1 milha). Ou seja, exceder em amor, graça e misericórdia ao que a lei, criada pelos fariseus, pedia.
Em resumo, fazer mais do que os outros esperam de nós!
O Senhor Jesus Cristo “andou” mais uma milha! Filipenses 2:8: “E, achado na forma de homem, humilhou-se a Si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.”

terça-feira, 1 de maio de 2018

A IGREJA, CORPO DE CRISTO


- A Origem da Igreja
A primeira referência bíblica sobre a Igreja aparece em Mateus 16:18, e o "nascimento" da Igreja ocorreu no dia de Pentecostes (Actos 2:1-4).
- As Funções da Igreja
A Igreja como Corpo deve:
· Ministrar
· Manter a unidade da fé
· Reconhecer ministérios
·Participar no louvor a Deus, na comunhão e nos desafios que se apresentam
· Instruir os seus membros na Palavra de Deus
- A Formação da Igreja
· Ela é formada pela união dos seus membros (1Coríntios 12:17)
· Ela tem responsabilidades (Efésios 1:4; Romanos 8:29: 1Pedro 2:9)
- As Funções dos Membros
· Criar unidade no corpo (Efésios 4:16)
· Ajudar os demais membros (1Coríntios 12:25)
· Transmitir ordens (Filipenses 4:9)
- Características do Corpo
· Colaboração (1Coríntios 12:12)
· Harmonia (1Coríntios 12:25)
· Diversificação de Ministérios (1Coríntios 12:28,29)

A EXTENSÃO DO PECADO


O pecado atingiu todo o Universo, incluindo a criação de Deus, e afectou cada raça com resultados desastrosos. Mas foi o ser humano o mais afectado de todos, pelo pecado.
- O pecado roubou ao ser humano a liberdade e fez dele um escravo condenado à morte. O ser humano tornou-se corrupto. Por causa do pecado o ser humano ficou com uma natureza depravada, reflectindo-se isso no seu carácter e conduta. E até o seu corpo ficou debilitado.
- Mas Jesus morreu na cruz e derramou o Seu sangue para dar esperança ao ser humano. Ele ama-nos (João 3:16; Romanos 3:24).

terça-feira, 10 de abril de 2018

A GRANDEZA NO REINO (1)


 O Evangelho de Mateus estabeleceu claramente que o Reino que era esperado há séculos estava próximo, mas muitos mal-entendidos apareceram com respeito ao domínio de Deus, através de Cristo. Talvez não houvesse maior equívoco do que como ser grande no Reino de Deus. O Senhor Jesus, para preparar os Apóstolos enquanto Ele se aproximava do tempo dos conflitos públicos entre Ele e os líderes judeus sobre o Reino, ensinou diversas lições para corrigir tais pontos de vista errados sobre a grandeza. Ele tratou de três áreas de grandeza e ambição mundanas, problemas com os quais ainda lidamos hoje em dia.
- POSIÇÃO. Os líderes judeus estavam sempre a disputar uns com os outos para serem reconhecidos como os mais importantes. O Senhor Jesus solucionou o problema (Mateus 11:11). João Batista era o maior! Apesar de João Batista ser o percursor do Senhor Jesus, e mesmo nessa grande posição, ele não era tolerante para com os governantes, nem alguém dado a uma vida luxuosa. Ele humildemente servia, apontando Jesus aos perdidos.
Mas o menor no reino é maior do que ele.” Jesus não queria dizer que, no Reino de Deus, um homem que tivesse um valor moral inferior ficaria mais alto no favor de Deus do que João. Jesus estava realçando a grandeza do Reino. Se a multidão recebesse os ensinos, os milagres de Jesus, poderia gozar maiores privilégios do que João: cidadania no Reino! Homens como João abandonaram tudo, dedicando-se a preparar o caminho para Cristo; contudo, não tiveram a oportunidade de experimentar o que gozamos em Cristo. Em vez de lutar por posição, como os líderes judeus, os cidadãos do Reino devem sentir-se humildes e agradecidos pelo exaltado privilégio que Deus lhes proveu em Cristo.
- PODER. Os Apóstolos tinham disputado entre eles quem seria o maior dentre eles. O que provocou essa contenda? Pedro fez uma confissão e foi abençoado (Mateus 16:16-19). Seis dias mais tarde, o Senhor Jesus levou três Apóstolos ao monte e transfigurou-se diante deles (Mateus 17:1,2). Quando Jesus desceu do monte, soube que os outros que ficaram foram incapazes de expulsar um demónio (Mateus 17:17-21). Pedro ficou novamente no centro das atenções quando encontrou a moeda dentro do peixe (Mateus 17:24-27). Todos esses eventos combinados causaram alguns atritos entre eles.
         Os Apóstolos, então, conduziram a disputa ao ponto crucial, perguntando: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” (Mateus 18:1). Eles formularam a pergunta de maneira bastante geral para disfarçar os seus motivos reais, mas Jesus sabia tudo sobre as suas “brigas pessoais” e os expõe com uma pergunta: “Que estáveis vós discutindo pelo caminho?” (Marcos 9:33). Eles ficaram calados e envergonhados porque, no mesmo tempo em que o Senhor Jesus falava sobre a Sua morte, eles estavam discutindo sobre grandeza, como herdeiros disputando uma propriedade antes da morte do dono.
         Jesus sentou-se e chamou-os (Marcos 9:35). Os Apóstolos esperaram, ansiosamente, que Jesus nomeasse o maior entre eles. Pedro estava pronto para dar um passo em frente, e Tiago e João, por sua vez, estavam pensando que eles é que seriam os primeiros a ser chamados. Mas Jesus chamou uma criança e disse: “…se não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no Reino dos Céus.” (Mateus 18:3). Deve ter sacudido o orgulho deles! Mas se eles não se livrassem do seu orgulho, o problema já não era quem seria o maior, mas se eles entrariam no Reino!
         Muitos querem ser celebridades em vez de servos! São orgulhosos e querem poder. Mas para Deus dominar o nosso coração, precisamos de não reivindicar, não insistir em nenhum direito, não exigir nada, mas curvar-nos humildemente à vontade do Senhor e estarmos contentes em fazer isso.
-POSSES. Mais tarde outras crianças foram trazidas a Jesus e Ele disse: “…porque dos tais é o Reino dos Céus.” (Mateus 19:13,14). Os Apóstolos devem ter mais uma vez ficado chocados. O que eles achavam é que o Reino precisava era de pessoas ricas. Jesus, então, falou com um jovem que possuía muitas riquezas, bondade e até pureza (Marcos 10:17-22). Parecia que Deus estava governando a vida dele! Mas, Jesus conhecia o seu coração e disse-lhe que vendesse todas as suas propriedades e o dinheiro que viesse dai o desse aos pobres. Basicamente, o Senhor Jesus estava dizendo: “Confia plenamente em Mim e deixa tudo.” O acto externo evidenciaria uma mudança interna. O Senhor Jesus exigia um compromisso total, mas o jovem preferiu confiar nas riquezas (Marcos 10:24).
Conclusão: Para sermos grandes do Reino, precisamos de ser como o nosso Rei. Temos que eliminar a ambição e humilharmo-nos para servir

sábado, 17 de março de 2018

EDIFICAR A IGREJA


Edificar a Igreja com madeira, feno e palha (1Coríntios 3:14-17), é edificar com a nossa a nossa natureza carnal. Na verdadeira edificação da Igreja não entra nada natural. Como membros vivos da Igreja devemos participar na sua edificação. Contudo, não podemos permitir que a nossa natureza, nosso ser e nossos feitios, ou seja, tudo aquilo que pertence à velha natureza, sejam trazidos para a Igreja. Isso não é algo pequeno. Precisamos de ter um profundo sentimento de quão abominável e condenável isso é.
- Algumas pessoas têm um carácter muito forte e uma maneira muito própria de pensar. Outros, ao contrário, não são fortes. Eles nunca criticam ninguém e podem adaptar-se a todas as situações. Contudo, é extremamente difícil lidar com eles. Pessoas assim, extraordinariamente boas, são como borracha, que não podem ser quebradas. Nada parece tocá-la. Não importa como são tratadas, elas nunca perdem a calma.
- Na verdade essas pessoas são as mais naturais e perigosas para a edificação, pois devido à apreciação de todos, elas inconscientemente introduzem a sua natureza e o seu ser para dentro da Igreja. É muito difícil achar qualquer utilidade para a palha numa edificação, mas certos tipos de madeira podem ser úteis. Muitos são como esse tipo de madeira. Todavia, nem mesmo a madeira de uma humanidade naturalmente boa é útil para a edificação da Igreja do Senhor.
- É claro que aqueles que são rudes e inflexíveis por natureza também não são os materiais adequados para a edificação. Entre os coríntios havia coisas boas do ponto de vista humano como a sabedoria, a filosofia, e coisas ruins como ciúmes, contendas e invejas. É por isso que Paulo mostrou a eles primeiramente a necessidade de serem uma lavoura para crescer em vida, porque crescendo seriam transformados em materiais preciosos para a edificação.
- Edificar a Igreja com coisas naturais é destruir o santuário de Deus. Talvez nunca tenhamos percebido que ao trazermos a nossa natureza caída e os nossos actos, quer sejam bons ou ruins, para dentro da Igreja, estamos arruinando e corrompendo o santuário de Deus. Uma vez que o Templo de Deus, a Igreja, é santo, os materiais com que o edificamos também devem ser santos, correspondendo à natureza de Deus, à redenção de Cristo e à transformação do Espírito.

terça-feira, 13 de março de 2018

A IGREJA VERDADEIRA


- É a Igreja Bíblica
. Edificada, alimentada e dirigida pela Palavra de Deus (1Timóteo 4:6).
- É fiel e guarda a Palavra de Deus (Apocalipse 2:10,26).
- É expositora unicamente da mensagem bíblica (Isaías 21:10; Gálatas 1:8).
- É a Igreja Comprada com o Sangue de Jesus
. O mais alto preço pago por algo (Apocalipse 5:9).
. Ela foi resgatada para ser de Cristo (Romanos 5:9).
. Ela é santa porque foi purificada com o sangue de Jesus (Actos 20:28).
- É a Igreja que Louva e Adora
. O louvor é parte fundamental da Igreja Verdadeira (Salmo 146:2; 149:1).
. Que expressa gratidão e alegria (Salmo 149:2).
. Cada membro adora a Deus em espírito e em verdade (João 4:23,24).
- É a Igreja Cristocêntrica
. Cristo é o Único Cabeça (1Coríntios 11:3)
. Cristo é quem faz a obra em nós (Romanos 15:18)
. Cristo é que está edificando a Igreja e voltará para buscá-la (1Pedro 2:5).

sábado, 3 de março de 2018

O CARÁCTER DO CRISTÃO


O verdadeiro cristão salienta-se no meio da sociedade, corrompida e perversa, por possuir um carácter distinto. (Colossenses 3:8-17) Somos exortados a brilhar neste mundo. Para que isso aconteça, precisamos de desenvolver um carácter cristão. As pessoas nascem com o carácter formado. Quando nascem possuem um potencial, que em contacto com o meio em que vivem, vai desenvolver os aspectos que formarão o carácter. O lar, a escola, a Igreja e outros grupos são responsáveis pelo desenvolvimento do carácter.
-De que nos devemos Despojar (vs.8).
. Ira (Eclesiastes 7:9; 1Timóteo 2:8)
. Malícia (1Coríntios 14:20; Tito 3:3)
. Palavras torpes (1Samuel 3:19; Malaquias 3:16).
- Do que nos devemos Revestir
. Do novo homem (2Coríntios 5:17)
. Humildade (Mateus 5:3)
. Mansidão (Tiago 1:21; 3:13).
Conclusão: O carácter do crente salvo deve ser o carácter de Jesus Cristo Homem. É nossa obrigação seguir o exemplo de Jesus.

O CÂNTICO CERTO DO LADO ERRADO


Os filhos de Israel estavam desesperados! À sua frente o Mar Vermelho; as montanhas à esquerda e à direita; o faraó e o seu exército por trás. O povo de Deus parecia estar impotente. Havia pânico. Todos tinham medo. Moisés foi cercado por uma multidão em fúria (Êxodo 14:11,12). Mas, acreditemos ou não, Deus tinha criado esta situação (Êxodo 14:1-4). Mas ninguém imaginava o grande livramento que o Senhor tinha para eles! De repente o mar abriu-se e o povo caminhou pelo chão seco (Êxodo 14:22). Agora o povo de Deus via os seus inimigos, aqueles de quem eles tinham medo, espalhados pela praia. E ao verem aquilo que o Senhor tinha feito, a reacção deles foi entoarem um cântico ao Senhor (Êxodo 15:1-19).
Mas, eles até fizeram bem em cantar, mas o problema é que cantaram do lado errado!
O cântico deles não foi cantado com fé genuína, porque o cantaram somente do outro lado do Mar Vermelho, do lado da vitória e não do lado da provação!
Há dois lados dos nossos sofrimentos e tentações: O lado da provação e o lado da vitória! Todos os que duvidam podem cantar depois da provação ter passado e a vitória chegar.
Mas é no lado da provação que o Senhor deseja que aprendemos a cantar os Seus louvores. Ele, também, merece a nossa adoração no momento mais complicado, quando parece não haver saída, quando não há esperança.
A vitória de Israel foi oca, pois antes haviam murmurado, gemido, reclamado e chorado!
A nossa grande necessidade deste tempo é que todos aprendamos a entoar o cântico da vitória estando ainda na provação!
A nossa carne certamente irá “dizer”: Quem pode cantar quando tudo é tão grave? A nossa família não quer saber do Evangelho, os nossos filhos estão desviados dos caminhos do Senhor, etc. Quem pode cantar assim?
Mas atenção: Deus interessa-se pelas nossas amarguras, pelas nossas dores. Ele é um Pai que ouve as nossas orações. Mas chega a hora em que Ele nos vai perguntar como perguntou a Moisés: “Porque clamas a Mim? Diz aos filhos de Israel que marchem.” (Êxodo 14:15).
A prova que o cântico do povo de Israel foi era oco é que três dias depois eles voltaram aos velhos caminhos da dúvida e do medo (Êxodo 15:22-24).
O que fizeram antes foi suprir o medo. Eles nunca deram o golpe final na dúvida! (“Porque o que dúvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma parte para a outra. Não pense alguém que receberá do Senhor alguma coisa. O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos.” Tiago 1:6-8).
O mundo “exige” de nós um cântico no meio das dificuldades (“Porque tenho para mim, que Deus a nós, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feito espectáculo ao mundo, aos anjos e aos homens.” 1Coríntios 4:9).
Como está o mundo nos vendo e ouvindo? Que Deus estamos mostrando? Um que não nos responde? Que não faz caso de nós? Ou um que é Maravilhoso, Bom, Único?
Não deve ser o cego a ser curado ou o coxo a saltar que nos deve impressionar. O que queremos ver é nós a podermos cantar com alegria ao nosso Deus também nos momentos mais terríveis da nossa vida! Esse sim é que é um grande milagre!
Ama a Deus de todo o teu coração. Dá a Ele todos os teus problemas, toda a tua fé e confiança, e Ele te dará o cântico certo do lado certo!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A NOSSA VIDA SERÁ JULGADA

Um dia, o boi disse à mula: "Vamos fingir que estamos doentes." A mula disse: "Não, temos de acabar este trabalho". O boi fingiu que estava doente e o agricultor trouxe-lhe feno fresco. Quando a, mula chegou de arar o boi perguntou-lhe como tinham corrido as coisas e a mula disse: "Correram bem". O boi perguntou: "O que disse o agricultor sobre mim?" A mula respondeu: "Nada!" No dia seguinte, o boi fingiu estar de novo doente. Quando a mula chegou a casa o boi perguntou: "Como correu?" A mula disse: "Bem."
Depois de uma semana nisto, o boi perguntou: "O agricultor disse alguma coisa sobre mim hoje?" A mula respondeu: "Bem, ele não me disse nada a mim pessoalmente, mas parou e teve uma longa conversa com o homem do matadouro!" Percebe isto: Tu nasceste para cumprir um propósito divino. Quando não o fazes, há consequências, aqui e na eternidade. Paulo focou-se na sua chamada. Pouco antes de ser executado ele escreveu: "Acabei a carreira" (2Timóteo 4:7). Repara, Paulo não se reformou, ele "acabou"! Na parábola dos talentos, o homem que enterrou o seu talento pagou um preço alto.

Isto é porque, aos olhos de Deus, a maior falha de todas é não investir o tempo, o talento e guardar o que Ele lhe deu para servir os Seus propósitos. Um dia a nossa vida será julgada. Será no chamado "tribunal de Cristo".  

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

CRISE

Os exércitos da Síria sitiaram Samaria e as pessoas estavam a morrer de fome. Quatro leprosos, cuja doença os obrigou a viver fora das muralhas da cidade, tinham-se habituado a viver das sobras de pão que as pessoas atiravam pelos muros todos os dias. Mas agora não havia mais sobras a chegar. Então disseram para si mesmos: "Para que estaremos aqui até morrer?" (2Reis 7:3-9) E decidiram agir.
Esta história ensina-nos três verdades importantes
Primeiro - A crise pode transformar-se numa amiga quando nos obriga a agir. Só quando ficamos fartos e cansados de estarmos fartos e cansados é que as coisas começam a mudar para melhor.
Segundo - Assim que damos um passo de fé, Deus move-Se na nossa direcção. A única coisa que pode limitá-Lo são as nossas dúvidas, a nossa teimosia e a nossa complacência. A Sua Palavra diz: “O Senhor esperará, para ter misericórdia de vós..." (Isaías 30:18).

Terceiro - Ensina-nos que quando Deus nos abençoa não podemos guardar isso só para nós. Outros precisam do que Deus nos deu e temos de lhes fazer chegar isso a tempo.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

VENCENDO O MEDO NA TUA VIDA

O medo não vem de Deus. O diabo é que quer encher o teu coração de medo. Deus tem um plano para a tua vida. Coloca a tua fé no Senhor e recebe o plano que Ele tem para a tua vida. Mas lembra-te: o diabo também tem um plano para a tua vida, e recebemos esse plano por intermédio do medo.
O Salmo 34:4 diz: “Busquei ao Senhor, e Ele me respondeu: livrou-me de todos os meus medos.”
O Senhor Jesus é o nosso Libertador. Quando o buscarmos diligentemente, Ele nos libertará de todos os medos.
Em João 14:27, Ele disse ao Seus amedrontados discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemoriza (não tenha medo).”
Isto significa que precisamos de tomar uma posição (agressiva) contra o medo. Tome a decisão de a partir de hoje não deixar que o espírito do medo domine a sua vida.
No Salmo 56:3,4, Davi disse ao Senhor: “No dia em que temer (tiver medo), hei-de confiar em Ti. Em Deus louvarei a Sua Palavra; em Deus pus a minha confiança e não temerei (não terei medo); que me pode fazer a carne?”
Em Isaías 41:10, o Senhor assegura ao Seu povo: “Não temas (não tenhas medo), porque Eu Sou contigo; não te assombres (não olhes à volta com terror), porque Eu Sou teu Deus. Eu te esforço (dou-te forças na dificuldade), e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”

O medo, que em inglês é soletrado por f-e-a-r, significa uma falsa evidência com aparência real. O inimigo quer te dizer que a tua situação actual é a evidência de que o teu futuro será uma catástrofe, mas a Bíblia ensina que não importa como sejam as nossas circunstâncias actuais, não importa o quão ruim as coisas pareçam, nada é impossível para Deus!
Em Isaías 41:13, lê-se: “Porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita, e te digo: Não temas (não tenhas medo), que eu te ajudo.” Aos Romanos (8:28), o Apóstolo Paulo diz: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto.”
Aprenda a confessar em voz alta estes versículos sobre o medo. Declare ao reino espiritual que a partir de hoje não pretende viver com medo. Ao falar a Palavra de Deus, estamos a dizer ao inimigo que não pretendemos levar uma vida de tormentos, mas uma vida de vitória sobre os tormentos.
No Salmo 46:1,2, somos lembrados: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos (não teremos medo), ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.”
Em Josué 1, Deus, repetidamente, encorajou Josué, assegurando-lhe que andaria com ele onde quer que ele andasse. Eu penso que a mensagem do Senhor é a mesma para nós hoje.
Deus está contigo, nunca o deixará nem abandonará (Hebreus 13:5). Ele mantém os Seus olhos em ti a todo o momento (Salmo 33:18). Portanto, tu não precisas de ter medo. Sê forte, sê confiante!
Pede a Deus que te fortaleça no teu “eu interior” (Efésios 3:16), para que o poder e a força do Senhor possam te encher a fim de que não sejas vencido pela tentação de ceder ao medo. Ter medo não é ser cobarde, nem é pecado. Ele existe e para o vencer é enfrentá-lo de cabeça erguida, confrontando-o e fazer o que Deus diz para fazer. Lembre-se do que Davi disse do Senhor: “Busquei ao Senhor, e Ele me respondeu: livrou-me de todos os meus medos.” (Salmo 34:4).
Lembra-te: Deus ama-te! Porque Ele te ama e cuida de ti com amor-perfeito, tu podes viver livre do medo.
Talvez tenhas tantos medos na tua vida neste momento que a ideia de viver sem medo te parece um sonho impossível. Mas há algo que precisas de te lembrar: Deus um dia começou uma obra em ti, e a Bíblia diz que Ele a completará (Filipenses 1:6). Portanto, sê encorajado pelo facto do Senhor estar a trabalhar em ti.
No Salmo 27, o salmista pergunta: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação, a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem me recearei?” No versículo 5, Davi diz que quando os problemas vêm Deus esconde-nos. Ele coloca-nos numa rocha alta, longe do alcance dos nossos inimigos. Então Davi diz que levará sacrifícios ao Senhor e o louvará com grande alegria (vs.6).
O que Deus fez por Davi Ele fará por cada um de nós. Coloca a tua fé no Senhor. Ele tem o poder de libertar-te de todos os teus medos.

CONCLUSÃO. Somente com a Palavra de Deus poderás derrotar os teus medos. Só conhecendo a Palavra de Deus reconhecerás as mentiras de satanás. Só confessando a Palavra de Deus venceremos a tentação ao medo. Ela é a provisão divina para a tua vida.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A HISTÓRIA de DEUS

Todas as histórias têm um começo e um fim. Todas são concebidas dentro do coração do autor e termina quando o mesmo autor decide que é o fim e põe a caneta para baixo.
A história, em que somos parte, começa na Bíblia com Deus (“No princípio criou Deus os Céus e a Terra.” Génesis 1:1) e termina com Jesus Cristo (“Aquele que testifica estas coisas, diz: Certamente cedo venho. Amén. Ora vem, Senhor Jesus. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amén.” Apocalipse 22: 20,21).
E a história continua para a eternidade.
Mas na nossa história aqui na Terra, há três coisas que precisamos de nos lembrar:
- Somos parte de um início glorioso (“Eu Sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.” João 10:9).
- Há uma jornada gloriosa entre esses dois tempos (“Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” João 8:36; “Disse-lhe Jesus: Não te hei-de dito que, se creres, verás a glória de Deus?” João 11:40).

- Há uma conclusão gloriosa para a qual caminhamos (“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido e voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” 1Tessalonicenses 4:16,17).

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