terça-feira, 12 de janeiro de 2021

BUSQA DEUS, NÃO COISAS!

 O Senhor "...não recusa nenhum bem aos que vivem com integridade." (Salmo 84:11). Mas é importante reconhecê-Lo como a fonte de todas as nossas bençãos. E neste ponto, todos ficamos um pouco aquém! Vamos admitir que, mais não é necessariamente melhor. De facto, a nossa dependência de Deus diminui à medida que a nossa dependência das coisas aumenta. É por isso que a Lei desencorajava a construção de um império. No Velho Testamento, os empréstimos aos pobres deviam ser livre de impostos (Êxodo 22:25); as dívidas deveriam ser canceladas a cada sete anos (Deuteronómio 15:1,2): os escravos deveriam ser libertados e deveriam receber os meios necessários para recomeçar as suas vidas (Deuteronómio 15:12-14); as terras vendidas deveriam ser resgatadas pela família (Levítico 22:25); e a propriedade que fora vendida, ou perdida e não resgatada, deveria regressar ao seu dono inicial (Levítico 25:14-17). Porquê? Porque Deus queria que o Seu povo dependesse d'Ele, e não das posses. Ele advertiu-os (Deuteronómio 8:13-18).
Os princípios de Deus não mudaram. A Bíblia não diz que Deus recompensa aqueles que diligentemente "procuram coisas". Não! Mas diz que "...recompensa aqueles que O buscam" (Hebreus 11:6).

domingo, 3 de janeiro de 2021

SENTE PAIXÃO

 Uma mãe águia sabe que se ficar à espera que o seu filhote saia do ninho e voe por iniciativa própria, isso nunca acontecerá. Então ela empurra-o! É radical, mas ele aprende a voar e a cumprir o seu destino. John Maxwell diz: "Para sermos bem-sucedidos na vida temos de ficar dentro da nossa zona de força, e continuamente sair da nossa zona de conforto." Já alcançaste alguma coisa significativa enquanto estiveste dentro da tua zona de conforto? A resposta é "não", não é? Porque não gostamos de sair da nossa zona de conforto. Resistimos. Gostamos de nos sentir salvos e seguros. Não queremos parecer tolos ou dar de cara no chão. E à medida que vamos ficando mais velhos, naturalmente tornamo-nos mais complacentes. Isto é um problema porque a complacência mata a paixão. Reduz-nos à média. Corta-nos as asas e impede-nos de subir, independentemente do quanto o queremos fazer. É preciso iniciativa para ser bem sucedido seja no que for na vida. É preciso assumir riscos. O dramaturgo George Bernard Shaw disse: "Estou farto de pessoas razoáveis; elas veem todas as razões para não fazerem nada."
A paixão impulsiona-nos a deixar a nossa zona de conforto e a atravessar o limiar da nossa dúvida. Empurra-nos para fora da porta para podermos continuar com a viagem da vida que Deus concebeu para nós. Diz-se que quando se encontra a porta da oportunidade não é suposto bater, é suposto empurrar! Então dá um passo de fé, toma a iniciativa, e acredita que Deus está contigo! (Deuteronómio 31:6).