O Senhor Jesus foi alargando o Seu leque de seguidores com o decorrer do tempo. A Sua equipa tem vindo a ser engrossada, ainda que as instruções permaneçam as mesmas. O Seu repto mantém-se inalterável até hoje. Ele continua a entender por bem enviar-nos à Sua frente para desbravar o terreno de todos os recantos onde tem intenção de ir. No entanto, não quer que avancemos de forma solitária, mas sim solidária. A ponto de nos recomendar que não cessemos de pedir ao Pai por mais cooperadores para participar na Sua colheita. Contudo, não se esperem peras doces, pois a tarefa é árdua e em território adverso. Sim, há uivos com fartura. Mantenha-se, até por isso, um estilo de vida simples, isento de espampanâncias, pedinchices e esquisitices. O foco deve ser constante, sem dar azo a distrações com futilidades. Independentemente do modo como nos acolham sublinhemos que “o reino de Deus está a chegar.” E não levemos a peito, nem nos deixemos desmotivar, caso recebamos como resposta a indiferença mordaz ou a rejeição desabrida. Também não nos autopromovamos se houver bom fruto. Jesus alertou-nos: “Quem vos escutar é a Mim que escuta; quem vos rejeitar, rejeita-Me também a Mim. E quem Me rejeitar, rejeitará Aquele que Me enviou.”
sábado, 3 de janeiro de 2026
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
Ele importa-se
É muito duro quando sentimos que há gente disposta a, mais do que nos morder os calcanhares, destroçar-nos de alto a baixo. Aí, ao invés de sofrer pela calada, nada melhor do que gritar a Deus por socorro. Sem cerimónia ou acanhamento. Ele não só nos escuta como nos ergue. Mais ninguém se importa connosco como Aquele que nos criou. Bem podemos esperar sentados se ficamos à espera do auxílio humano, que muito promete e pouco ou nada cumpre. E é bom que essa consciência crítica comece exatamente por nós. O exercício da introspeção é essencial para ficar em paz com Deus. No fundo, é conveniente que nos coloquemos a(o) Seu jeito. Expressemos o desejo ardente de ver interrompida a espiral de injustiça, sabendo que assim até a nós Se oporá caso estejamos a contribuir para essa cultura de morte. Peçamos-Lhe que faça frente a todo o tipo de agentes maliciosos e fortaleça os que procuram viver na Sua dependência: “Desperta, meu Deus, e pronuncia a sentença.” Conhecedores da Sua soberania e do modo como examina imparcialmente os pensamentos de qualquer pessoa, há que confiar inteiramente na Sua proteção. Deixemos de nos preocupar com os que ousam afrontá-Lo, pois acabam por cair no fosso que cavam. Sim, “Deus é um juiz justo, que condena sempre a maldade.” Enalteçamo-Lo todos os dias.
domingo, 23 de novembro de 2025
SEGUI-LO
É mesmo bom conversar com Jesus, pelo que há que aproveitar cada metro palmilhado para Lhe falar do que nos vai na alma. Sem constrangimento ou receio de sermos mal interpretados. Até porque Ele não Se acanha nada de nos colocar logo em perspetiva. É que, por vezes, nos nossos assomos de entusiasmo dizermo-nos prontos para isto e aquilo, inclusive para O seguir para todo o lado. Aí, Jesus destrunfa-nos de nós mesmos, pondo-nos a pensar e a fazer contas de cabeça. Não basta afirmar que se está pronto, importa avançar com a noção adequada da exigência da caminhada. O Seu desafio para O seguir está sempre de pé; o que seria mesmo recomendável que caísse era a resma de desculpas sofisticadas, já para não falar nas esfarrapadas, que utilizamos para justificar um protelamento. Jesus não se deixa levar pelas nossas cantigas, algumas de fazer chorar até as pedras. Não que seja insensível, Ele conhece-nos é tremendamente bem para condescender com a nossa famigerada tendência de procrastinar um compromisso sério com Ele. Jesus deixa claro que não está apto para experimentar o Seu domínio quem "pega na charrua e olha para trás." Fitemo-Lo sem pestanejar e sigamos-Lhe o rasto.
IDE
Quem virou o mundo de pernas para o ar não foi Jesus fomos nós mesmos. Distorcemos de tal maneira o relacionamento com o Criador que foi necessário que Ele nos recolocasse na Sua peugada. Tentámos definir a felicidade à nossa maneira que Jesus precisou de nos puxar os fundilhos da alma para que a pudéssemos encontrar. Sim, segundo Ele a verdadeira riqueza está na simplicidade, de tal forma que são os pobres de espírito que experimentam o domínio de Deus. Vai até mais longe ao declarar que somente as pessoas que têm fome de Deus serão realmente saciadas. Inclusive, na Sua perspetiva são os que cultivam um íntimo sensível, a ponto de verter lágrimas, que sentem o verdadeiro gosto da alegria. Jesus deixou claramente sublinhado que quem tem por alvo os bens desta terra pode até alcançá-los, mas ficará apenas por aí. Já os que sofrem na pele as dores de se identificarem plenamente com Ele acabarão por pisar o tão sonhado céu.
terça-feira, 9 de setembro de 2025
PREGAR A PALAVRA
Hoje, em plena era digital, os cristãos ainda são convocados por Jesus para ser a Sua voz. Não se descure, pois, a mensagem verbal. É claro que não se recusam outras formas altamente eficazes de comunicar. A força das imagens, o poder de um texto, a beleza das artes, a doçura do gesto ou a atração da música são meios fantásticos para exprimir o amor de Deus a qualquer pessoa. Nada disto invalida que a expansão do “reino de Deus” requeira o bom uso da palavra falada. Até porque foi o próprio Jesus que o ensinou. Ele além de ter concedido “virtude e poder” aos Seus seguidores, equipando-os para fazerem frente às múltiplas faces do mal, “enviou-os a pregar” o domínio integral do Pai. Sim, Jesus sublinhou a importância do Seu amor ser difundido por via oral, desde que as palavras sejam o invólucro de atos inatacavelmente sadios e generosos. Case-se, então, o amor célere com o estilo de vida simples. Vamos lá ecoar a graça de Jesus em cada recanto, independentemente do modo como nos acolham!
