segunda-feira, 5 de outubro de 2009

UM DESTINO GLORIOSO

Ao escrever aos Coríntios, o Apóstolo Paulo certamente sabia que os crentes em Corinto estavam longe de serem "perfeitos", tanto que ele mesmo qualificou-os como "crianças" em Cristo. Porque razão, então, ele diz que iria expor sabedoria entre os perfeitos? (1Coríntios 2:6) A intenção do Apóstolo Paulo era subjugar os coríntios que reputaram-se sábios a fim de mostrar que para Deus a sabedoria deles, na realidade, não era sabedoria, era tolice. A filosofia do mundo torna as pessoas tolas porque as leva a rejeitar Deus e negar Cristo. O que poderia ser mais tolice do que isso?
Dentro de Deus há algo que Paulo descreve como "sabedoria em mistério" (1:24). Essa sabedoria é Cristo, o centro da economia de Deus e a porção do nosso desfrute que foi preordenda desde a eternidade para a nossa glória.
Deus fez com que essa sabedoria misteriosa e oculta se tornasse o nosso destino. E tu sabes qual é o teu destino como cristão?
Sabemos que Cristo é o nosso Redentor, Salvador, Senhor, Mestre e até mesmo a nossa vida. Mas, provavelmente, nunca percebemos que Cristo é o nosso destino. Entretanto, esse facto maravilhoso está revelado em 1Coríntios 2:7.
Que destino temos! Esse destino, por fim nos levará para dentro da glória. Se virmos isso nos curvaremos diante do Senhor e O adoraremos oferecendo-Lhe louvores e acções de graças!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

UMA ADVERTÊNCIA

Edificar a Igreja com madeira, feno e palha é edificar com a nossa constituição natural, o nosso ser e os nossos actos. Essas coisas não têm parte na verdadeira edificação. Como membros vivos da Igreja devemos participar na sua edificação. Contudo, não podemos permitir que a nossa natureza, nosso ser e nossos feitos, enfim, tudo aquilo que pertence à velha criação, sejam trazidos para a Igreja. Isso não é algo pequeno. Precisamos de ter um profundo sentimento de quão abominável e condenável isso é.
Alguns têm um carácter muito forte e uma maneira peculiar de pensar. Outros, ao contrário, não são tão fortes. Eles nuncam criticam ninguém e podem adaptar-se a todas as situações. Contudo, é extremamente difícl lidar com eles. Pessoas assim, extraordinariamente boas, são como borracha, que não podem ser quebradas. Nada parece tocá-las. Não importa o quanto são tratadas, elas jamais perdem a calma.
Na verdade essas pessoas são as mais naturais e perigosas para a edificação, pois devido à apreciação de todas, elas insconscientemente introduzem a sua natureza e o seu ser para dentro da vida da Igreja. É muito difícl achar qualquer utilidade para a palha numa edificação, mas certos tipos de madeira podem ser úteis. Muitos crentes são como esse tipo de madeira. Todavia, nem mesmo a madeira de uma humanidade naturalmente boa é útil para a edificação da Igreja de Deus.
É claro que aqueles que são rudes e inflexíveis por natureza também não são os materiais adequados para a edificação.
Edificar a Igreja com coisas naturais é destruir o santuário de Deus. Talvez nunca tenhamos percebido que ao trazermos a nossa natureza caída, o nosso ser, e até mesmo os nossos actos, quer sejam bons ou ruins, para dentro da Igreja, estamos arruinando e corrompendo o santuário de Deus.
Uma vez que o templo de Deus é santo, os materiais e o empenho com o que o edificamos devem também ser santos, correspondendo à natureza de Deus, à redenção de Cristo e à transformação do Espírito.