O edifício de Deus não é algo comum, é o santuário do Deus Santo, o templo no qual o Espírito Santo habita. Nós, os edificadores de tal templo santo, devemos ser cuidadosos para não edificar com materiais sem valor, tal como madeira, feno e palha, mas com ouro, prata e pedras preciosas (2Coríntios 3:10-13).
Madeira refere-se à nossa natureza, nossa constituição natural; feno diz respeito ao nosso ser, e palha aos nossos actos. Não devemos usar a nossa natureza, o nosso ser e os nossos actos para edificar a Igreja. Antes, devemos renunciar a todas essas coisas e rejeitá-las. Para uma edificação adequada necessitamos desfrutar e possuir a natureza de Deus o Pai, e a obra de redenção do Filho. Quando experimentamos o Pai e o Filho dessa maneira, estaremos no nosso espírito unidos ao Espírito de Deus. Espontaneamente o resultado será pedras preciosas. Se edificarmos com ouro, prata e pedras preciosas estaremos edificando com os materiais apropriados e em Cristo como o Único fundamento.
É comum vermos hoje os cristãos edificando com madeira, feno e palha. O resultado é que o Senhor não consegue ter a edificação adequada. Assim, não há como o Senhor voltar. Entretanto, um dia Ele voltará, e nesse dia os materiais preciosos serão, sem dúvida, em pequena quantidade. Mas haverá certamente uma grande quantidade de madeira e palha. Entre muitos dos cristãos hoje há uma abundância de coisas naturais, mas muito pouco de materiais condizentes com a edificação de Deus. Portanto, no tempo que o Senhor vier para testar a nossa obra, muitos sofrerão perda. Alguns entretanto, serão recompensados, pois edificaram com ouro, prata e pedras preciosas. Estes materiais preciosos são os produtos da nossa participação e desfrute de Cristo no nosso espírito, através do Espírito Santo!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
MAS UMA COISA FAÇO...
Em Filipenses 3:12-14, o Apóstolo Paulo está nos dando a sua filosofia de vida. Ele está permitindo que descubramos o segredo da sua vida e nos dizendo o que o fez o tipo de pessoa que foi. Conta-nos como viveu a sua vida em relação ao passadp, presente e futuro. Quanto ao passado, havia um esquecimento sábio: "...esquecendo-me das coisas que atrás ficam..."; quanto ao futuro, uma antecipação sábia: "...avançando para as que estão diante de mim..."; e no presente uma concentração perseverante: "...mas uma coisa faço..." E estas coisas são as que fazem sucesso em qualquer campo do esforço humano.
Há duas verdades distintas, mas paralelas nas quais cada crente precisa de ser firmado: A soberania de Deus, incluindo o Seu propósito eterno na graça e a responsabilidade do homem envolvendo o arrependimento e a fé, e boas obras. Negar qualquer uma delas vai levar inevitavelmente à paralisia espiritual e morte dos crentes.
Paulo certamente tinha estas convicções e elas explicam a sua humildade diante de Deus e o seu trabalho incansável pela salvação das pessoas.
Deus tem um objectivo ou propósito na nossa conversão. Precisamos de descobrir este objectivo e fazer dele também o nosso. Este objectivo para Paulo foi a perfeição; um carácter como o de Cristo e que agrada a Deus (Colossenses 1:28). Ele começou uma boa obra em nós com o propósito de tornar-nos iguais a Seu Filho. Para Paulo esta não foi uma aquisição para se vangloriar, mas uma meta a ser alcançada. Ele diz que mesmo sem ter atingido a perfeição, estava prosseguindo: "...para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus..."
A providência de Deus na nossa vida deve contribuir para a perfeição. Para isto toda a disciplina da vida é posta em funcionamento. Para isto experimentam-se alegrias e tristezas. Para isto acendem-se esperanças, medos e amores. Para isto fomos redimidos. Para isto Cristo viveu, sofreu e morreu. Deus quer nos fazer iguais a Ele. Ver e aceitar isto dará nobreza às nossas vidas. Como toda a nossa estimativa dos acontecimentos seria diferente, se mantivéssemos diante de nós que o propósito de Deus não é simplesmente o de nos fazer felizes e alegres, mas sim nos fazer iguais a Cristo! (1Coríntios 11:1; 1Tessalonicenses 1:6).
Todas as experiências do salvo são para contribuir para a perfeição futura e glória eterna (Romanos 8:28). Algumas plantas precisam de congelar para produzirem sabor; do mesmo modo os salvos precisam de tristezas e problemas para produzir neles graças e virtudes cristãs (Romanos 5:3). Paulo ia prosseguindo na sua luta pela perfeição e concentrava-se numa única coisa: "Mas uma coisa faço..."
Todas as ocupações legítimas na vida são consistentes com este único objectivo. Se estivermos comprometidos com qualquer tipo de negócio inconsistente com a luta pela santidade, é melhor desistirmos dele!
Não é fácil prosseguir na vida cristã. Deve haver concentração de todos os nossos poderes. Deve haver mira e alvo na nossa vida. Se quisermos cavar um buraco, iremos usar um instrumento bem amolado, não um cego. A concentração de esforços, tendo como objectivo a santidade cristã dará mira e alvo à nossa vida. A palavra dominante é: "Mas uma coisa faço...".
Há duas verdades distintas, mas paralelas nas quais cada crente precisa de ser firmado: A soberania de Deus, incluindo o Seu propósito eterno na graça e a responsabilidade do homem envolvendo o arrependimento e a fé, e boas obras. Negar qualquer uma delas vai levar inevitavelmente à paralisia espiritual e morte dos crentes.
Paulo certamente tinha estas convicções e elas explicam a sua humildade diante de Deus e o seu trabalho incansável pela salvação das pessoas.
Deus tem um objectivo ou propósito na nossa conversão. Precisamos de descobrir este objectivo e fazer dele também o nosso. Este objectivo para Paulo foi a perfeição; um carácter como o de Cristo e que agrada a Deus (Colossenses 1:28). Ele começou uma boa obra em nós com o propósito de tornar-nos iguais a Seu Filho. Para Paulo esta não foi uma aquisição para se vangloriar, mas uma meta a ser alcançada. Ele diz que mesmo sem ter atingido a perfeição, estava prosseguindo: "...para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus..."
A providência de Deus na nossa vida deve contribuir para a perfeição. Para isto toda a disciplina da vida é posta em funcionamento. Para isto experimentam-se alegrias e tristezas. Para isto acendem-se esperanças, medos e amores. Para isto fomos redimidos. Para isto Cristo viveu, sofreu e morreu. Deus quer nos fazer iguais a Ele. Ver e aceitar isto dará nobreza às nossas vidas. Como toda a nossa estimativa dos acontecimentos seria diferente, se mantivéssemos diante de nós que o propósito de Deus não é simplesmente o de nos fazer felizes e alegres, mas sim nos fazer iguais a Cristo! (1Coríntios 11:1; 1Tessalonicenses 1:6).
Todas as experiências do salvo são para contribuir para a perfeição futura e glória eterna (Romanos 8:28). Algumas plantas precisam de congelar para produzirem sabor; do mesmo modo os salvos precisam de tristezas e problemas para produzir neles graças e virtudes cristãs (Romanos 5:3). Paulo ia prosseguindo na sua luta pela perfeição e concentrava-se numa única coisa: "Mas uma coisa faço..."
Todas as ocupações legítimas na vida são consistentes com este único objectivo. Se estivermos comprometidos com qualquer tipo de negócio inconsistente com a luta pela santidade, é melhor desistirmos dele!
Não é fácil prosseguir na vida cristã. Deve haver concentração de todos os nossos poderes. Deve haver mira e alvo na nossa vida. Se quisermos cavar um buraco, iremos usar um instrumento bem amolado, não um cego. A concentração de esforços, tendo como objectivo a santidade cristã dará mira e alvo à nossa vida. A palavra dominante é: "Mas uma coisa faço...".
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