segunda-feira, 12 de outubro de 2009

FESTA

A Festa dos Pães Asmos era uma continuação da Festa da Páscoa (Êxodo 12:15-20). Essa Festa tinha um período de duração de sete dias. Em tipologia, os sete dias da Festa dos Pães Asmos representam toda a nossa vida cristã, desde o dia da nossa conversão até ao dia do arrebatamento. Quando fomos salvos desfrutámos a Festa da Páscoa. Mas agora por toda a nossa vida cristã devemos guardar essa "Festa dos Pães Asmos", não com o pecado da nossa velha natureza, o velho fermento (1Coríntios 5:7,8), mas com o pão asmo que é o Cristo da nossa nova natureza. Apenas Ele é o suprimento de vida cheio de sinceridade e verdade, absolutamente puro, sem mistura e cheio de realidade.
Em 1Coríntios, Paulo compara a história dos filhos de Israel com a nossa vida cristã hoje na Igreja. Ele diz "Cristo nossa Páscoa", trazendo algo da história dos filhos de Israel à nossa experiência actual.
Os filhos de Israel não viviam de maneira individualista, ao contrário, eles viviam, acampavam, viajavam e lutavam juntos. Essa vida corporativa tipifica a nossa vida na Igreja. Portanto, quando lemos a história dos filhos de Israel, devemos perceber que estamos lendo a nossa própria história. O que aconteceu a eles é um tipo da nossa experiência hoje. Eles comeram maná no deserto, nós também comemos o "Maná". Eles bebiam da água da vida, nós também bebemos da "Água Viva". Eles experimentaram a Páscoa, nós também temos a nossa "Páscoa", que é o próprio Cristo. Além do mais, após a Páscoa, eles guardavam a Festa dos Pães Asmos. Isso indica que também nós devemos guardar essa festa. O nosso viver na Igreja é uma festa de pães asmos. Por essa razão, qualquer fermento deve ser eliminado. Desde que Cristo, nosso "Pão Asmo", é sem fermento, se O festejarmos diariamente podemos ter uma vida da Igreja sem maldade, nem malícia, mas plena de sinceridade e verdade!

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