terça-feira, 18 de agosto de 2009

RISCA O MEU NOME

Quando o povo de Israel pecou diante de Deus, fazendo um bezerro de ouro para o adorar, a ira do Senhor acendeu-se de uma maneira terrível.

"Deixa-me, disse Deus a Moisés, para que se acenda contra eles o meu furor, e Eu os consuma!" Moisés, porém conhecia Deus. Diz-se que nunca se levantou no Velho Testamento outro profeta semelhante a Ele, com quem Deus tivesse tratado face a face. Moisés via a glória do Senhor, e falava com Deus assim como qualquer homem fala com seu amigo.

Conta-nos a Bíblia, que esse Moisés, depois de descer do monte e mandar matar os idólatras que não estavam do lado do Senhor, resolveu subir novamente a fim de orar a Deus. Chegando, Moisés disse:

"O povo cometeu grande pecado, fazendo para si deuses de ouro. Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste."

A história de Moisés foi muito curta: "Perdoa-lhe ou risca-me." Esta é a oração de alguém que realmente conhece a Deus, que conhece a Sua face e a vê dia após dia. A oração de Moisés não foi tradicional. Ele não começou com uma longa introdução dirigindo as suas palavras a Deus com muitos títulos, não enumerou todos os seus pecados, para depois apresentar uma série detalhada de pedidos e encerrar com louvor. Moisés falou. "Perdoa-lhe ou risca-me." O resultado desta e de outras das suas súplicas foi bastante claro: "Então o Senhor não fez o mal que dissera que havia de fazer ao povo."

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