domingo, 2 de agosto de 2009

QUESTÃO de EXPERIÊNCIA

Certa rapariga, havendo recebido recomendação acerca de um livro, pôs-se a lê-lo avidamente. Com o passar do tempo, entretanto, cada vez mais ela ia perdendo o interesse pelo livro, considerando-o longo e cansativo.

Por fim ela pôs de lado o livro, exclamando:

"É o livro mais insípido que já li!..."

Anos depois, esta rapariga conheceu um rapaz. Apaixonando-se por ele, veio a saber que ele era o autor do livro que ela tinha deixado de ler e que tinha considerado insípido. Com renovado interesse, a jovem releu o livro, que deixara pela metade, e concluiu no final: "Nunca li coisa mais interessante e formosa!"

Conhecimento distingue-se de experiência. Da primeira vez que leu o livro, a jovem apenas assimilou o conhecimento que ali havia; da segunda a sua própria experiência disse tudo.

A Bíblia deve ser lida, por um lado, buscando-se entendimento, e, por outro, experiência. Sem esta, o Livro dos livros parecerá desinteressante. A experiência íntima com o próprio Deus é a chave para o mistério da Sua Palavra. Por vezes uma experiência abre o sentido de toda uma passagem.

Prática, experiência de Cristo ao ler a Bíblia, é sempre o que nos falta. Por ela, podemos tirar dessa fonte riquezas inesgotáveis. Eis o que mais precisamos: Deus tem mais e mais tesouros novos a nos revelar mediante a chave da experiência!

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