segunda-feira, 7 de setembro de 2009

NENHUM SACRIFÍCIO

Há quase duzentos anos, Frederico III, rei da Prússia, decretou que todas as mulheres do seu reino oferecem-se as suas jóias de ouro e prata, a fim de sanear as finanças da nação, bastante próximas do colapso. Em troca das suas jóias, cada ofertante receberia uma barra de ferro com a seguinte inscrição: "Dei ouro por ferro - 1813".

Logo se tornou alta honra, na Prússia, ter uma destas barras de ferro. Tratava-se de um sinal da mais nobre dignidade cívica: receber ferro por ouro, dar ouro por ferro para o bem da nação.

Ora, quão mais inestimável, quão mais insondavelmente valioso do que a dignidade cívica é o privilégio de darmos a vida pelo reino de Deus. Nenhum acto é mais nobre, nenhuma dignidade é mais elevada do que esta. Se a pátria, a nação, é digna de tão grandes sacrifícios, quanto mais merecedor será Aquele de quem se diz: "Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas." (Apocalipse 4:11).

Nenhum sacrifíco fazemos em oferecer-nos a nós mesmos Àquele que é infinitamente, digno de toda a glória do Universo!

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